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Irã acusa Israel na ONU de ser principal fonte de instabilidade no Oriente Médio
Publicado 25/03/2026 • 14:40 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 25/03/2026 • 14:40 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O enviado do Irã em Genebra, Ali Bahreini, afirmou nesta quarta-feira (25), durante conferência na Organização das Nações Unidas (ONU), que Israel é a principal fonte de instabilidade no Oriente Médio. Segundo ele, as ações israelenses ameaçam a segurança regional e global, estendendo a responsabilidade a “todos que apoiam ou permitem tais ataques”.
Bahreini destacou que os ataques à infraestrutura civil empurram a região para o caos e reiterou o direito do Irã de responder e defender sua soberania. As declarações foram divulgadas pelo governo da República Islâmica do Irã, por meio de publicação na rede X.
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Na mesma conferência, o ministro do Petróleo do Irã, Mohsen Paknejad, pediu ao secretário-geral da ONU que condene ataques a instalações de petróleo e gás, alertando para graves riscos humanitários e ambientais, além de impactos diretos na segurança energética global.
Em paralelo, Reino Unido e França vão liderar, ainda nesta semana, uma reunião com cerca de 30 países para discutir a segurança do Estreito de Ormuz, segundo fonte do Ministério da Defesa britânico à AFP.
O encontro reunirá os chefes de Estado-Maior das Forças Armadas dos países que assinaram um comunicado conjunto na semana passada, em meio ao bloqueio do estreito provocado pelo conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã.
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No documento, os países pedem uma moratória nos ataques contra infraestruturas de petróleo e gás no Golfo e afirmam estar “dispostos a contribuir” para a segurança da região. A iniciativa, liderada por França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão, já conta com o apoio de cerca de 30 países, incluindo Emirados Árabes Unidos e Bahrein.
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