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Irã ataca Kuwait em nova escalada de tensão no Oriente Médio

Publicado 03/09/2026 • 16:30 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Ataque iraniano ao Kuwait aumenta as tensões no Oriente Médio.
  • Aliados americanos entraram na mira do Irã após promessas de retaliação.
  • Conflito que iniciou em fevereiro segue gerando novos bombardeios na região.
Irã

Foto: AFP

Irã ataca Kuwait em nova escalada de tensão no Oriente Médio

O conflito no Oriente Médio ganhou um novo foco nesta quinta-feira (03). O Kuwait informou que seus sistemas de defesa aérea entraram em ação diante de mísseis e drones que, segundo o Exército do país, partiram do Irã.

A nova ofensiva amplia a pressão sobre aliados dos Estados Unidos na região e acontece após uma rodada recente de ataques americanos contra o território iraniano.

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Kuwait relata ataques

De acordo com a CNBC, o Exército do Kuwait afirmou que enfrentou ataques hostis de mísseis e drones vindos do Irã. As autoridades orientaram a população a seguir as instruções de segurança e explicaram que as explosões ouvidas no país vieram da atuação dos sistemas de defesa aérea contra os alvos.

A agência estatal iraniana IRIB informou que os ataques miraram bases americanas no Kuwait. Recentemente o governo iraniano subiu o tom das conversas e prometeu retaliações contra os EUA e seus aliados.

Reação contra aliados americanos

A ofensiva contra o Kuwait acontece depois de uma sequência de ações iranianas na região. Após os ataques dos Estados Unidos contra o Irã na última semana, Teerã respondeu com ações contra aliados americanos, incluindo Jordânia e Bahrein.

Agora, o Kuwait entra nessa lista em um momento de aumento da tensão entre Washington e Teerã. Os dois países iniciaram uma nova tentativa de cessar-fogo nos últimos meses, mas as tratativas não avançaram e os ataques voltaram a acontecer.

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Trump sinalize que conflito não irá durar muito tempo

Nesta quarta-feira (02), Donald Trump afirmou que não acredita que a guerra continue por muito tempo. O presidente classificou os ataques americanos como um “ataque muito pesado” e disse que os Estados Unidos podem realizar novas operações militares quando considerarem necessário.

Trump também afirmou que a ofensiva busca impedir que o Irã desenvolva uma arma nuclear e citou a segurança dos Estados Unidos, de Israel e do Oriente Médio. As armas de destruição em massa foram apontadas como o principal motivo para o início do conflito contra os iranianos.

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Guerra enfrenta rejeição

Uma pesquisa da Universidade de Massachusetts Amherst, com 1.000 entrevistados em agosto, apontou que mais de dois terços desaprovavam a forma como Trump conduzia o conflito.

O levantamento também mostrou nível semelhante de desaprovação em relação ao desempenho geral do presidente. Mesmo assim, Trump voltou a defender a ofensiva contra o Irã como parte da estratégia para impedir o avanço nuclear do país.

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