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Israel e o grupo Hamas firmaram um acordo de cessar-fogo e troca de reféns, segundo informações da NBC News. O entendimento marca um avanço significativo no conflito que já dura 15 meses, resultando em destruição e agravando tensões na região.
O anúncio ocorre poucos dias antes da posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, em 20 de janeiro. Trump havia estabelecido um tom duro ao afirmar que haveria “consequências severas” caso os reféns israelenses não fossem libertados antes de sua posse.
Mediadores no Catar apresentaram na segunda-feira (15) a versão final do acordo às delegações de ambos os lados, incluindo representantes da agência de inteligência israelense Mossad. Segundo a Reuters, autoridades do Hamas indicaram que houve avanços em questões centrais, com uma conclusão sendo esperada “em breve.”
O acordo contou com a mediação de representantes tanto da administração de Joe Biden quanto da equipe de transição de Trump. O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, destacou que o acordo foi baseado em uma proposta apresentada pelo governo Biden em maio de 2024.
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, agradeceu aos mediadores norte-americanos pelos esforços no avanço das negociações. “O acordo parece muito melhor do que os anteriores,” declarou Saar à imprensa, acrescentando: “Quero agradecer aos nossos amigos americanos pelo enorme esforço investido para garantir um acordo de reféns.”
Steve Witkoff, indicado por Trump como enviado especial para o Oriente Médio, esteve envolvido diretamente nas negociações, realizando diversas viagens ao Catar e a Israel. Blinken classificou o papel de Witkoff como “crítico” e ressaltou a importância de garantir que Trump mantenha o apoio ao acordo após assumir o cargo.
Nos últimos meses, as partes já haviam indicado consenso em buscar um cessar-fogo em troca da libertação de reféns israelenses detidos pelo Hamas. No entanto, um ponto de impasse permaneceu: o Hamas exigia que a libertação total dos reféns fosse condicionada à retirada completa das tropas israelenses de Gaza e ao fim da guerra, enquanto Israel insistia que a campanha militar deveria continuar até a desarticulação completa do Hamas.
O conflito ganhou novas proporções após o ataque liderado pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, que resultou na morte de cerca de 1,2 mil pessoas em Israel e na captura de 253 reféns, dos quais 116 já foram libertados.
Desde então, a ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza, segundo autoridades palestinas de saúde, deixou mais de 46 mil mortos e destruiu grande parte do território, que permanece sob bloqueio.
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