BREAKING NEWS:

EUA atacam o Irã depois de Trump acusar Teerã de violar o cessar-fogo no Estreito de Ormuz

CNBC

CNBCON Semiconductor registra seu pior dia desde 2020, enquanto o CEO defende o acordo com a Synaptics

Petróleo

Petróleo amplia queda mesmo com tensões no Oriente Médio

Publicado 26/06/2026 • 16:55 | Atualizado há 40 minutos

KEY POINTS

  • Petróleo fechou a sexta-feira em forte queda e teve a pior semana recente, com WTI recuando 9,55% e Brent 9,89%, apesar das tensões no Oriente Médio.
  • A queda foi puxada pela percepção de normalização da oferta global e menor risco imediato no Estreito de Ormuz, além do aumento do fornecimento iraniano.
  • Mesmo com volatilidade geopolítica e relatos de tensões envolvendo Irã, EUA e Israel, o mercado reagiu mais ao aumento da oferta do que aos riscos de conflito.

Foto: Freepik

Brent

Os preços do petróleo encerraram a sexta-feira (26) em queda acentuada e registraram a pior semana recente para o setor. O movimento refletiu principalmente a percepção de aumento da oferta global e a normalização do fluxo no Estreito de Ormuz.

Na semana, o petróleo acumulou forte recuo: o WTI caiu 9,55%, enquanto o Brent recuou 9,89%, voltando a operar em níveis considerados pré-conflito na região.

O petróleo WTI, com vencimento em agosto e negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), recuou 3,74%, ou US$ 2,69, e encerrou a US$ 69,23 por barril.

Leia mais: Ouro e prata fecham em alta, mas acumulam perdas semanais em meio à volatilidade global

Já o Brent, com vencimento em setembro e negociado na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, caiu 3,84%, ou US$ 2,90, e fechou a US$ 72,60 por barril.

A principal força por trás da queda foi a percepção de normalização do fluxo marítimo no Estreito de Ormuz e o aumento da oferta de petróleo iraniano no mercado global. O retorno gradual dos fluxos de petróleo do Golfo Pérsico também pressionou os preços.

Apesar da queda, o cenário geopolítico permaneceu no foco dos investidores. A TV estatal iraniana afirmou que Irã e Estados Unidos teriam estabelecido um canal de comunicação para evitar incidentes militares no Estreito de Ormuz. No entanto, a informação foi negada pela Guarda Revolucionária do Irã (IRGC).

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

Leia mais: Bolsas europeias fecham em queda sob pressão da tecnologia, do petróleo e de temores sobre a IA

O contexto inclui ainda acusações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o Irã teria lançado drones contra embarcações na região, o que elevou temporariamente as tensões no estreito estratégico.

Para analistas, o mercado reagiu mais fortemente à perspectiva de retomada da oferta do que às tensões políticas. Segundo Kieran Tompkins, da Capital Economics, o tráfego no Estreito de Ormuz “melhorou, mas não representou uma navegação tranquila”.

A consultoria projeta que cerca de metade da produção interrompida na região possa ser retomada em até um mês, com normalização mais ampla prevista para o quarto trimestre.

Leia mais: Ibovespa reage e retoma os 172 mil pontos com força de bancos e queda da Petrobras

No campo da oferta, a Arábia Saudita retomou carregamentos de petróleo no terminal offshore de Ju’aymah, em Ras Tanura, no Golfo Pérsico, segundo dados de rastreamento marítimo.

Já no cenário diplomático, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou avanço nas negociações entre Estados Unidos, Israel e Líbano para um possível acordo com o objetivo de encerrar o conflito envolvendo Israel e o Hezbollah. O grupo libanês, no entanto, mantém a exigência de retirada “incondicional” de Israel do território libanês.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Petróleo