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Nova York quer proibir uso de I.A por estudantes nas escolas públicas
Publicado 06/09/2026 • 17:00 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 06/09/2026 • 17:00 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Unsplash
Nova York quer proibir uso de I.A por estudantes nas escolas públicas
Nova York prepara uma mudança considerável no uso de tecnologia dentro das escolas públicas. A cidade quer limitar ferramentas digitais em diferentes faixas etárias e adotar regras mais rígidas para inteligência artificial em sala de aula.
A proposta atinge o maior distrito escolar dos Estados Unidos, com cerca de 900 mil alunos por ano, e pode influenciar outras redes de ensino do país.
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De acordo com o The Guardian, a cidade pretende impedir que estudantes usem inteligência artificial até a oitava série, quando os alunos têm, em geral, 13 ou 14 anos.
O ensino médio poderá usar a tecnologia, mas com limites e objetivos específicos, como aprender sobre o funcionamento da própria I.A. Além disso, a cidade também quer vetar chatbots de inteligência artificial voltados a suporte psicológico.
A reformulação vai além da inteligência artificial e do uso da tecnologia avançada. Alunos até a terceira série também não poderão usar notebooks ou tablets em sala de aula.
O departamento de educação ainda recomenda limitar o tempo de tela a 30 minutos no ensino fundamental I e 45 minutos no ensino fundamental II. A medida de redução de telas não é exclusiva de Nova York, diversos países também buscam limitar o acesso na sala de aula, inclusive o Brasil.
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Siga o Times | CNBCJunto às mudanças dentro das salas de aula, Nova York já havia proibido o uso do ChatGPT pelos alunos em 2023, mas retirou a restrição menos de um ano depois.
Em março de 2026, a cidade apresentou uma estrutura mais flexível, que permitia o uso de I.A. em pesquisas e projetos criativos. A reação de pais e professores levou o departamento a rever essa abordagem.
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A cidade também criará projetos com professores, especialistas, autoridades e representantes sindicais. O grupo deverá apresentar um relatório em abril para orientar os próximos passos da política de inteligência artificial nas escolas.
Assim, Nova York tenta estabelecer limites mais claros para o uso da tecnologia sem abandonar completamente seu papel no ensino. Nos últimos meses, diversos especialistas alertaram para perigos reais envolvendo crianças e adolescentes e a inteligência artificial.
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