Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
O que se sabe sobre Cole Allen, atirador do jantar dos correspondentes em Washington
Publicado 26/04/2026 • 19:30 | Atualizado há 2 horas
Namorar está ficando caro demais para jovens adultos, aponta pesquisa
EXCLUSIVO CNBC: CFO da P&G vê impulso nas vendas, mas alerta para pressão de custos
EXCLUSIVO CNBC: CEO da SAP vê IA como oportunidade no setor de software
EXCLUSIVO CNBC: Nissan aposta em carros eletrificados para recuperar vendas na China
EXCLUSIVO CNBC: Farmacêutica Regeneron vai oferecer terapia genética gratuita para perda auditiva rara
Publicado 26/04/2026 • 19:30 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Reprodução / Truth Social
O jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca foi interrompido na noite de sábado depois que um homem armado, Cole Allen, invadiu um ponto de controle de segurança e acabou entrando em confronto com agentes da lei.
O suspeito foi detido no local e deve ser formalmente acusado na segunda-feira. Um agente de segurança chegou a ser atingido por um disparo, mas não teve ferimentos graves. Todos os oficiais ligados ao governo Trump e os parlamentares foram retirados com segurança, e não houve registro de feridos entre os convidados.
Após o incidente, o presidente Donald Trump (que participava de seu primeiro jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca como presidente) pediu que o evento fosse remarcado. Embora a cerimônia inicialmente ainda fosse ocorrer, ela acabou sendo cancelada porque o local foi classificado como cena de crime ativa. O que se sabe sobre Allen:
O procurador-geral interino Todd Blanche afirmou, em entrevista ao programa “State of the Union”, da CNN, que o suspeito provavelmente tinha como alvo membros do governo.
“Parece que o suspeito estava mirando membros do governo”, disse Blanche, acrescentando que as autoridades ainda investigam a motivação. Segundo ele, ainda não está claro se havia alvos específicos, apenas que esse seria o foco geral do suspeito.
De acordo com Blanche, Allen, de Torrance, na Califórnia, viajou de trem de Los Angeles para Chicago e depois de Chicago para Washington D.C.
Ele fez check-in no Washington Hilton, hotel onde o jantar estava sendo realizado, e chegou à cidade na sexta-feira.
As autoridades afirmam que ele não está colaborando com a investigação, e a maior parte das informações tem sido obtida por outros meios. Investigadores também já começaram a ouvir pessoas que o conheciam e analisar evidências coletadas.
Allen trabalhava como professor na C2 Education, empresa especializada em tutoria e preparação para testes, segundo seu perfil no LinkedIn.
Em nota à CNBC, a empresa disse estar “chocada ao saber do incidente horrível” e afirmou estar colaborando com as autoridades. Também destacou que “violência de qualquer tipo nunca é a resposta”.
O perfil de Allen indica que ele se formou no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) em engenharia mecânica e possui mestrado em ciência da computação pela Universidade Estadual da Califórnia, em Dominguez Hills.
Segundo informações obtidas pelo New York Post, Allen teria deixado uma carta detalhando seus planos.
No texto, ele afirma não estar “mais disposto a permitir que um pedófilo, estuprador e traidor coloque suas mãos criminosas sobre as minhas”, referindo-se a si mesmo como o “assassino federal amigável”.
Leia mais:
Ataque em jantar com Trump expõe falhas no controle de acesso em hotel de Washington
O que se sabe sobre os disparos no jantar de gala com Trump
Ele também comenta que a segurança do evento e do Washington Hilton era mais fraca do que esperava, algo que, segundo relatos, também foi mencionado por participantes e autoridades.
Após o ataque, audiências de supervisão devem ser realizadas no Capitólio. Este seria o terceiro suposto atentado contra a vida de Trump desde 2024.
Um porta-voz do senador Chuck Grassley afirmou que o Serviço Secreto está organizando uma audiência bipartidária sobre protocolos de segurança relacionados ao evento.
Segundo o porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, o irmão do suspeito entrou em contato com a polícia de New London, em Connecticut, após ter acesso às cartas. A partir disso, o Serviço Secreto foi acionado, tomando conhecimento do conteúdo entre 21h e 23h (horário do leste dos EUA) no sábado.
As autoridades afirmam que Allen não estava no radar dos órgãos de segurança antes do incidente.
“Não há qualquer indicação de que ele estivesse sendo monitorado”, disse Blanche no domingo.
Ele também afirmou que Allen teria comprado as duas armas de fogo usadas no ataque nos últimos dois anos e que também estava armado com facas.
Apesar das críticas sobre possíveis falhas de segurança, Blanche disse estar “extremamente confiante de que o Serviço Secreto fez seu trabalho”, destacando que o suspeito foi contido rapidamente ao chegar ao perímetro do evento.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
Mais lidas
1
Sauer: conheça a marca brasileira usada por Meryl Streep na estreia de ‘O Diabo Veste Prada 2’
2
Alerta após falha: reguladores exigem inspeções imediatas em jatos da Embraer
3
Filme de Michael Jackson fatura mais de R$ 90 milhões na estreia; veja os recordes de bilheteria
4
Flamengo acelera nas redes e lidera crescimento; veja quem mais bombou
5
O que é a Cursor e por que Musk quer comprá-la por US$ 60 bilhões