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“Os EUA não vão pagar tarifas para o Japão”, diz Trump ao anunciar novo acordo
Publicado 23/07/2025 • 19:11 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 23/07/2025 • 19:11 | Atualizado há 11 meses
KEY POINTS
Durante o AI Summit realizado nesta quarta-feira (23), em Washington, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a assinatura de uma nova ordem executiva voltada ao fortalecimento da infraestrutura nacional de inteligência artificial (IA) e revelou detalhes de um acordo comercial com o Japão. Segundo Trump, as empresas americanas terão isenção total de tarifas ao exportar para o país asiático, enquanto os produtos japoneses pagarão uma alíquota de 15%.
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“Os EUA não vão pagar tarifas para o Japão. Eles pagarão 15% para nós”, afirmou Trump, destacando que o Japão aceitou abrir o mercado interno para setores como automóveis, arroz, produtos agrícolas e tecnologia.
O presidente classificou o acordo como “um dos maiores da história”, mencionando um investimento de US$ 550 bilhões por parte do Japão nos Estados Unidos. De acordo com Trump, 90% desse montante será controlado por empresas americanas. A medida foi anunciada como parte de uma estratégia mais ampla para reindustrializar o país e reduzir a dependência de cadeias globais.
Ao lado de líderes de empresas como NVIDIA, AMD e Palantir, Trump apresentou o White House AI Action Plan, um conjunto de ações para estimular investimentos privados em centros de dados, fábricas de chips e redes de energia.
“Precisamos que as empresas de tecnologia estejam 100% comprometidas com os EUA. Chega de censurar os próprios cidadãos e produzir tudo fora do país”, disse Trump, dirigindo-se ao Vale do Silício.
Entre os pontos principais do plano, estão a construção de usinas elétricas dedicadas, facilitação de licenças ambientais e apoio à geração de energia própria por parte de empresas de tecnologia e manufatura.
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Siga o Times | CNBCTrump afirmou que negociações semelhantes estão em andamento com a União Europeia, China, Reino Unido, Filipinas e Indonésia. Ele também anunciou que países que não abrirem seus mercados à concorrência americana poderão ser taxados com alíquotas entre 15% e 50%.
“Estamos mudando o jogo. Se quiserem negociar com os Estados Unidos, terão que abrir seus mercados”, concluiu.
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