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Ouro bate recorde com tensões entre EUA e Europa
Publicado 20/01/2026 • 16:40 | Atualizado há 2 semanas
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O que os ciclos passados do ouro dizem sobre o futuro do metal
Publicado 20/01/2026 • 16:40 | Atualizado há 2 semanas
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Ouro
O ouro fechou em alta acima de 3% nesta terça-feira (20), renovando recorde para a commodity, que atingiu a marca de US$ 4.700 a onça-troy (aproximadamente R$ 25.239,00, na cotação atual) pela primeira vez na história.
O aumento da tensão comercial entre os Estados Unidos e a União Europeia (UE) na disputa pela Groenlândia levou a busca por ativos seguros, além de impulsionar uma desvalorização do dólar, o que tornou metais preciosos mais baratos para detentores de outras divisas.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para fevereiro encerrou em alta de 3,71%, a US$ 4.765,80 por onça-troy (R$ 25.592,35). Já a prata para março teve avanço de 6,89%, a US$ 94,63 por onça-troy (R$ 508,16), depois de bater máxima histórica a US$ 95,78 (R$ 514,34).
“A mais recente escalada do presidente dos EUA contra os aliados provavelmente abalará ainda mais a confiança do mercado no dólar como porto seguro e os levará a buscar outros ativos”, aponta o Commerzbank, que vê o ouro como escolha de “excelência” neste sentido por ser imune à influência de políticos e bancos centrais.
Isso pode ser observado nos fortes fluxos de entrada em fundos de índice (ETFs) do metal, e de acordo com dados do Conselho Mundial do Ouro, que totalizaram mais de 800 toneladas no ano passado, pontua o banco alemão.
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O valor corresponde ao segundo maior fluxo de entrada em ETFs em um ano, após recorde em 2020, quando todos os bancos centrais afrouxaram massivamente a política monetária durante a pandemia. Somente na sexta-feira (16), o maior ETF de ouro do mundo registrou um aumento de 11 toneladas em suas reservas, destaca o Commerzbank.
O movimento coincide com a saída de ativos americanos em meio às elevadas tensões geopolíticas. Nesta terça-feira, o fundo de pensão da Dinamarca anunciou que irá se desfazer de títulos do Tesouro dos EUA, citando fragilidade nas finanças do governo americano.
Em contraste ao ouro, o Commerzbank nota que a prata tem apresentado fortes saídas de capital de ETFs desde o início do ano, em aparente realização de lucros. Entre outros metais preciosos, a platina para abril avançava 5,5%, a US$ 2.450,00 a onça-troy (R$ 13.156,50), e o paládio para março tinha alta de 4,4%, a US$ 1.902,00 a onça-troy (R$ 10.213,74).
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