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Ouro fecha em alta pela terceira vez seguida e bate novo recorde à espera do Fed
Publicado 16/09/2025 • 15:19 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 16/09/2025 • 15:19 | Atualizado há 8 meses
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Ouro
OO ouro encerrou o pregão em alta pela terceira sessão consecutiva nesta terça-feira (16), impulsionado pela forte expectativa de cortes nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). A queda nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA e do dólar no exterior, além do clima de cautela nas bolsas, ajudaram a valorizar ainda mais o metal precioso.
Na Comex, setor de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), o contrato de ouro para entrega em dezembro subiu 0,16%, fechando a US$ 3.725,10 (cerca de R$ 19.718,70) por onça-troy, em um recorde histórico de encerramento. Durante o dia, ainda renovou a máxima ao atingir US$ 3.739,90 (R$ 19.798,99).
Já a prata teve alta de 0,1%, cotada a US$ 42,91 (R$ 227,18) por onça-troy, alcançando o maior valor em 14 anos ao bater US$ 43,43 (R$ 229,90) durante a sessão.
O Bank of America (BofA) destacou que, nos últimos 25 anos, nunca houve queda nos preços do ouro ao mesmo tempo em que o Fed estava reduzindo os juros e a inflação nos EUA girava em torno de 2%.
Segundo o banco, o medo de uma estagflação nos EUA pode reforçar ainda mais o cenário otimista para o ouro, junto com a demanda dos bancos centrais mundiais.
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O Bank of America (BofA) projeta que o ouro pode chegar a US$ 4 mil (R$ 21.184,80) por onça-troy em 2026, mas alerta que uma postura mais dura (“hawkish”) do Fed, ao anunciar o corte de juros nesta quarta-feira (17), ou um movimento exagerado do mercado em relação ao metal, podem trazer riscos de queda para a commodity.
O estrategista da corretora Exness, Eric Chia, também acredita que pode haver uma pressão de curto prazo nos preços do ouro caso o Banco Central americano não sinalize cortes de juros como o mercado espera. “Mas, se houver confirmação de vários cortes, o rali do ouro deve ganhar ainda mais força e levar o metal a novos recordes”, avalia.
Chia também ressalta que o aumento dos investimentos em fundos de ouro (ETFs) e a busca por proteção diante de tensões geopolíticas têm impulsionado a procura pelo metal.
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