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Tarifa global de 10% dos EUA melhora competitividade do setor plástico brasileiro, defende Abiplast

Publicado 24/02/2026 • 20:38 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • A nova tarifa global de 10% anunciada pelos Estados Unidos coloca novamente o Brasil em uma posição de competitividade para exportar produtos com conteúdo plástico, afirmou José Ricardo Roriz.
  • O executivo ressaltou a capilaridade do setor, que fatura cerca de R$ 140 bilhões anualmente: “O plástico tem uma correlação com o PIB de 95%, ou seja, onde tem PIB tem plástico".

A nova tarifa global de 10% anunciada pelos Estados Unidos coloca novamente o Brasil em uma posição de competitividade para exportar produtos com conteúdo plástico, afirmou José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Abiplast, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.

O executivo ressaltou a capilaridade do setor, que fatura cerca de R$ 140 bilhões anualmente: “O plástico tem uma correlação com o PIB de 95%, ou seja, onde tem PIB tem plástico. Ele está presente em quase todas as cadeias produtivas, desde produtos sofisticados até a embalagem de pallets, movimentando 6.200 empresas no país”.

Sobre o impacto direto nas vendas externas, que somam US$ 7 bilhões (R$ 36,05 bilhões) por ano, ele relembrou as dificuldades do período anterior. “Nós perdemos uma parcela das nossas exportações porque estávamos com a tarifa de 50%. As empresas brasileiras tiveram que dar um desconto muito grande para continuar no mercado americano e competir com outros países”, explicou.

A redução da alíquota foi vista com otimismo pelo setor, que agora vislumbra um cenário de maior equilíbrio comercial. “A situação voltou para uma posição em que o Brasil ficou muito confortável para exportar para os Estados Unidos, se comparado a outros países que importam os mesmos produtos para lá. A situação realmente hoje está bem melhor”, avaliou.

Apesar do alívio, o representante da indústria de transformação alerta para a necessidade de cautela diplomática para evitar novos reajustes. “Temos que tomar muito cuidado agora para os Estados Unidos não ativar a sessão 301, que pode imputar ao Brasil práticas injustificáveis ou discriminatórias. O momento é de ter muita calma e aproveitar o encontro entre os presidentes”.

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