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China enfatiza oposição à imposição ‘abusiva’ de tarifas pelos EUA à véspera de negociações
Publicado 09/05/2025 • 14:36 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 09/05/2025 • 14:36 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
DG Okonjo-Iweala se reúne com o Ministro do Comércio da China, Sua Excelência, Sr. Wentao Wang, e outros membros da delegação chinesa, 25 de fevereiro de 2024.
©WTO/Prime Vision (Reprodução Flickr)
O ministro do Comércio da China, Wang Wentao, enfatizou nesta sexta-feira (09), que o país se opõe “firmemente à imposição abusiva das chamadas ‘tarifas de reciprocidade’ pelos Estados Unidos e já adotou medidas contundentes em resposta”. As negociações comerciais de “alto nível” com os norte-americanos, que se iniciam no sábado, 10, foram resultados de “avaliação abrangente” pelo governo, segundo comunicado.
“A posição da China é consistente: sua determinação em salvaguardar seus interesses de desenvolvimento não mudará, assim como seu compromisso em defender a justiça e a equidade internacionais e manter a ordem econômica e comercial global”, diz o texto.
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O comunicado foi publicado após um encontro de Wentao com o ministro do Desenvolvimento Econômico da Rússia, Maxim Reshetnikov.
Segundo o ministério da China, os dois discutiram a proteção de investimentos entre os dois países, fortalecimento da cooperação econômica, comercial e de investimentos, e medidas para “lidar com as tarifas de reciprocidade impostas pelos EUA”.
Reshetnikov, por sua vez, destacou que a “cooperação mutuamente benéfica entre Rússia e China não é direcionada contra terceiros e está alinhada com os interesses fundamentais de ambos os países”, diz o comunicado.
A pasta avalia que, nos últimos anos, o comércio bilateral tem se mostrado “resiliente”, e endossa que as nações aprofundem “ainda mais a cooperação industrial, expandir os investimentos bilaterais e cultivar novos motores de crescimento”.
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