Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
China vê avanço e relação estável com EUA, mas diz que ‘não há vencedores em guerra comercial’
Publicado 11/06/2025 • 13:57 | Atualizado há 1 ano
Publicado 11/06/2025 • 13:57 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Da esquerda para direita: o representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, o Secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, o Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, o Vice-Premiê Chinês, He Lifeng, o Ministro do Comércio Chinês, Wang Wentao, e o Representante de Comércio Internacional Chinês e Vice-Ministro do Comércio, Li Chenggang, posam para uma foto durante discussões comerciais na Lancaster House, em Londres, em 9 de junho de 2025. A China e os Estados Unidos iniciaram uma nova rodada de negociações comerciais em Londres em 9 de junho, informou a mídia estatal de Pequim, enquanto as duas maiores economias do mundo buscam consolidar uma trégua instável após tarifas retaliatórias. Os dois lados estão se reunindo na histórica Lancaster House, administrada pelo Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido, após uma primeira rodada de negociações em Genebra no mês passado.
HANDOUT/Departamento do Tesouro dos EUA/AFP
As conversas comerciais com os Estados Unidos em Londres avançaram, afirmou o ministério do Comércio da China nesta quarta-feira (11), mas o país fez cobranças diretas a Washington e reiterou sua disposição de manter firmeza em disputas tarifárias. Segundo comunicado de Pequim, “não há vencedores em uma guerra comercial” e, embora o país não esteja disposto a “travá-la”, também “não teme enfrentá-la”.
A China disse ainda que está disposta a negociar com sinceridade, mas sempre com “princípios”, e apelou aos EUA que “cumpram com seriedade os compromissos assumidos” e a “implementarem ativamente os consensos alcançados”. O comunicado expressa esperança em uma relação mais “estável”, afirmando que as duas partes devem promover laços econômicos e comerciais estáveis e de longo prazo e reafirma a intenção de Pequim de reforçar a cooperação com os EUA.
Leia mais
Acompanhe a cobertura em tempo real da Guerra Comercial
China tem ‘oportunidade singular’ de estabilizar economia com acordo, diz secretário do Tesouro dos EUA
O governo chinês pediu que os dois lados “ampliem consensos e mantenham a comunicação para reduzir mal-entendidos”. O texto reforça que “a essência da relação econômico-comercial entre os dois países é de benefício mútuo e ganha-ganha”, e que “cooperação leva a vantagens para ambos, enquanto o confronto traz prejuízos a ambos”.
Washington, segundo o texto, avaliou as reuniões desta semana em Londres como positivas e se comprometeu a trabalhar junto com a China na implementação do que foi acordado.
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em publicação em sua rede social que o acordo está concluído e sujeito à aprovação final do próprio republicano e do presidente da China, Xi Jinping.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBC—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Flávio Bolsonaro tem 51,1% e Lula, 48,9%, aponta pesquisa Veritá
2
Vorcaro sugeria pautas e editava textos de vídeos de Gabriela Prioli; veja mensagens
3
DECISÃO 2026: quando saem as próximas pesquisas de Lula e Flávio no 2º turno? Veja datas
4
Grupo Globo demite executivo após vazamento de conversas com Daniel Vorcaro; vice-presidente da holding assumirá interinamente
5
DECISÃO 2026: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula no segundo turno, aponta pesquisa Gerp
Zelensky elogia 'líderes de verdade' em cúpula da UE, enquanto tensão com Trump ofusca o encontro em Bruxelas
Trump descarta armas nucleares e tropas terrestres no Irã e diz que 'mãe de todas as bombas' não é nuclear