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Tarifas dos EUA e alta de impostos ameaçam desempenho do comércio, diz economista-chefe da CNC
Publicado 17/07/2025 • 13:02 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 17/07/2025 • 13:02 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Fábio Bentes, alertou que a economia brasileira pode desacelerar ainda mais diante da crise tarifária com os Estados Unidos.
Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC nesta quinta-feira (17), ele afirmou que o início de 2025 foi promissor, mas as expectativas já apontam para uma perda de ritmo. “Toda essa questão envolvendo a guerra de tarifas não contribui em nada para reverter esse processo”, disse.
Segundo Bentes, o comércio brasileiro, que depende fortemente de importações, teme as consequências da adoção de tarifas de reciprocidade. “Se adotarmos uma alíquota semelhante à dos Estados Unidos, os produtos importados e consumidos no Brasil tendem a ficar mais caros”, afirmou.
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Como alternativa, o economista sugeriu uma análise setor por setor e apontou que, no caso de medicamentos, a quebra de patentes pode ser uma medida menos danosa no curto prazo.
Outro ponto de atenção para o setor é o aumento do IOF. Bentes celebrou o recuo na tentativa de tributar o risco sacado, derrubada pelo STF. “Foi menos mal. Se essa modalidade fosse tributada, seria mais um reforço no cenário de desaceleração econômica via aumento de preços”, avaliou. Ele lembrou que o IOF deixou de ser um imposto apenas sobre grandes transações e já representa 4,3% da arrecadação da Receita Federal.
Apesar do cenário adverso, a CNC ainda prevê crescimento para o comércio em 2025, entre 2% e 3%, puxado pelo mercado de trabalho.
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