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Trump amplia sanções contra Cuba e classifica regime como “ameaça extraordinária” aos EUA
Publicado 01/05/2026 • 22:30 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 01/05/2026 • 22:30 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma ordem executiva que amplia sanções contra o governo cubano e aliados, ao afirmar que as ações de Havana representam uma “ameaça incomum e extraordinária” à segurança nacional e à política externa americana.
A medida reforça a estratégia de pressão econômica sobre o regime e amplia o alcance das penalidades para indivíduos, empresas e entidades ligadas ao aparato estatal cubano.
Segundo a Casa Branca, o objetivo é responsabilizar envolvidos em repressão interna e em atividades consideradas hostis aos interesses dos Estados Unidos.
O governo americano formalizou nesta sexta-feira (1) um novo pacote de sanções contra Cuba, com base em uma ordem executiva que amplia medidas anteriores e reforça o enquadramento do país como risco estratégico.
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De acordo com o documento, “as políticas, práticas e ações do governo de Cuba continuam a constituir uma ameaça incomum e extraordinária”, com origem fora dos Estados Unidos, afetando diretamente a segurança nacional e a política externa americana.
A ordem executiva autoriza a aplicação de sanções contra indivíduos, entidades e afiliados considerados responsáveis por repressão ou por apoiar estruturas ligadas ao regime cubano.
As medidas também podem atingir agentes estrangeiros que mantenham relações financeiras ou comerciais com esses alvos, ampliando o alcance internacional das restrições.
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Segundo a Casa Branca, a iniciativa dá continuidade à política de “pressão máxima”, com foco em limitar fontes de financiamento do regime.
O novo pacote se insere em uma estratégia mais ampla iniciada em janeiro de 2026, quando o governo americano declarou emergência nacional em relação a Cuba, citando ameaças à segurança e vínculos com atores considerados hostis.
Na ocasião, Washington acusou o regime de apoiar grupos adversários, além de realizar atividades de inteligência contra os Estados Unidos e violar direitos humanos.
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As sanções ampliam a tensão entre os dois países e tendem a intensificar os efeitos econômicos já sentidos pela ilha, que enfrenta dificuldades estruturais agravadas por restrições externas.
Medidas recentes incluem bloqueios energéticos e limitações ao acesso a recursos financeiros internacionais, elevando o impacto sobre setores estratégicos da economia cubana.
A nova ordem também reforça o risco para empresas e instituições estrangeiras que mantenham relações com o país, diante da possibilidade de penalidades por parte dos Estados Unidos.
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