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Trump diz que Irã tem “medo” de admitir que quer acordo
Publicado 25/03/2026 • 22:16 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 25/03/2026 • 22:16 | Atualizado há 2 horas
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Wikimedia Commons
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (25) que o Irã está participando de negociações de paz, apesar das negativas públicas do país. Segundo ele, autoridades iranianas evitam admitir o diálogo por temerem represálias internas.
“Eles estão negociando, aliás, e querem muito fechar um acordo. Mas têm medo de admitir isso, porque acham que podem ser mortos pelo próprio povo”, disse Trump, durante jantar com parlamentares republicanos.
E acrescentou: “Eles também têm medo de serem mortos por nós.”
Leia também: Trump e Xi Jiping devem se encontrar em maio, diz Casa Branca
As declarações foram feitas após o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmar que o país “não tem intenção de negociar”.
Trump voltou a afirmar que o Irã está sendo “devastado” no conflito, que entrou na quarta semana, apesar do país ainda manter controle estratégico sobre o Estreito de Ormuz, rota-chave para o transporte global de petróleo.
O republicano também criticou adversários internos e acusou democratas de tentar “desviar a atenção do enorme sucesso” da operação militar em curso.
Em tom de ironia sobre a necessidade de autorização do Congresso, acrescentou: “Eles não gostam da palavra ‘guerra’, porque aí teria que pedir autorização, então vou chamar de operação militar.”
Mais cedo, a Casa Branca afirmou que Trump está preparado para agir com força máxima caso o Irã não admita derrota, ao mesmo tempo em que sustenta que as negociações continuam.
Segundo a imprensa estatal iraniana, um funcionário afirmou que o país respondeu negativamente a um suposto plano de 15 pontos apresentado por Washington.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, reforçou que os EUA mantêm a pressão sobre Teerã. “Se o Irã não aceitar a realidade do momento atual, se não entender que foi derrotado militarmente, o presidente Trump vai garantir que eles sejam atingidos como nunca foram antes”, disse.
“O presidente Trump não blefa e está preparado para agir com força total. O Irã não deve errar o cálculo de novo”, acrescentou.
Questionada sobre o andamento das negociações, Leavitt afirmou: “As conversas continuam. Estão sendo produtivas.”
Leia também: Casa Branca diz que Trump “desatará o inferno” se Irã não aceitar acordo
A porta-voz não confirmou com quem os Estados Unidos estariam negociando no Irã após o assassinato do líder supremo Ali Khamenei. Também evitou comentar relatos de que o interlocutor seria Mohammad Bagher Ghalibaf, presidente do Parlamento iraniano.
Leavitt também não confirmou informações de que autoridades americanas, incluindo o vice-presidente JD Vance, poderiam se reunir com representantes iranianos no Paquistão, que tem atuado como mediador.
Em meio à escalada, Trump desloca milhares de tropas aerotransportadas e fuzileiros navais para o Golfo, enquanto crescem especulações sobre uma possível ofensiva terrestre para garantir ativos petrolíferos ou o controle do Estreito de Ormuz.
A Casa Branca mantém a estimativa de que a operação militar dure entre quatro e seis semanas.
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