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Trump diz ter ‘boa relação’ com Brasil e vê guinada à direita na América do Sul
Publicado 02/09/2026 • 17:11 | Atualizado há 41 minutos
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Publicado 02/09/2026 • 17:11 | Atualizado há 41 minutos
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (2) que mantém uma “boa relação” com o Brasil e avaliou que a América do Sul passa por uma mudança em sua orientação política, com países da região se deslocando da esquerda para a direita.
A declaração ocorreu durante um evento com empresários do setor de turismo na Casa Branca. Questionado por jornalistas sobre a estratégia dos Estados Unidos para a América do Sul, incluindo a possibilidade de instalação de bases militares americanas no continente, Trump concentrou a resposta no cenário político regional e não abordou diretamente a questão militar.
Ao iniciar a resposta, Trump mencionou o apoio dado a Abelardo De La Espriella, conhecido como “El Tigre”, vencedor das eleições presidenciais da Colômbia. O americano também citou a Argentina ao falar sobre sua influência política na região.
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“Que bem que você mencionou a América do Sul. Eu declarei apoio ao cavalheiro El Tigre, que agora é o presidente da Colômbia. Ele era um entre 10 candidatos, não era o favorito, fez um grande trabalho e foi eleito. Temos inúmeras pessoas — na Argentina, por exemplo, há muitas pessoas que ajudei a eleger”, afirmou Trump.
Na sequência, o presidente americano apresentou sua leitura sobre a transformação política do continente.
“Essa parte do hemisfério está se tornando muito diferente do que era. Eles eram de esquerda e estão indo para a direita. Todos estão indo para a direita agora”, declarou.
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Foi nesse contexto que Trump mencionou especificamente o Brasil, colocando o país dentro de uma avaliação mais ampla sobre a relação de Washington com governos latino-americanos.
“Temos uma boa relação com o Brasil, uma boa relação com todos lá agora. Eles têm muito respeito pelo nosso país”, disse o presidente dos Estados Unidos.
Trump também comparou o atual relacionamento americano com a região à situação que, segundo ele, existia dois anos atrás.
“Eles não respeitavam o nosso país dois anos atrás. Então, estamos indo muito bem na América do Sul, na América Latina”, concluiu.
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Apesar de a pergunta que provocou as declarações incluir uma possível expansão da presença militar dos Estados Unidos na América do Sul, Trump não esclareceu se seu governo considera instalar novas bases americanas no continente.
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