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Trump admite que queda no preço da gasolina “pode demorar um pouco” após acordo petrolífero com a Venezuela

Publicado 31/08/2026 • 18:54 | Atualizado há 2 meses

KEY POINTS

  • Trump prevê a queda nos preços da gasolina após fechar um acordo petrolífero com a Venezuela, mas não garantiu mudanças antes das eleições.
  • O presidente dos EUA anunciou o controle majoritário de mais de 65 bilhões de barris de reservas venezuelanas, dobrando as reservas norte-americanas para mitigar a pressão sobre os combustíveis causada pelo conflito com o Irã.
  • Enquanto Trump definiu a parceria como "o maior acordo da história", a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, declarou que o país mantém a propriedade e a soberania total sobre seus recursos.

Foto: AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o impacto do novo acordo de petróleo com a Venezuela sobre o preço dos combustíveis “pode demorar um pouco” para ser sentido. A declaração foi dada no Salão Oval nesta segunda-feira (31), em meio à alta nas cotações de petróleo provocada pela guerra com o Irã.

Apesar de não estipular prazos ou garantir que a redução ocorra antes das próximas eleições norte-americanas, o presidente rebateu estimativas de analistas de que a medida levaria anos para surtir efeito, sustentando que as mudanças acontecerão de forma rápida.

O anúncio da parceria foi feito na última sexta-feira (28). Segundo publicação do presidente na rede social Truth Social, a negociação garante aos EUA o controle majoritário de mais de 65 bilhões de barris em reservas comprovadas venezuelanas. Trump classificou a iniciativa como “o maior acordo de petróleo da história mundial”, prevendo a dobragem das reservas norte-americanas e a queda substancial dos preços nos próximos anos, além de indicar um fortalecimento nas relações entre os dois países.

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Por outro lado, o governo venezuelano apresentou sua versão sobre os termos do entendimento. No sábado (29), a presidente interina do país, Delcy Rodríguez, declarou em transmissão em rede estatal que a Venezuela continuará mantendo a propriedade integral e a soberania sobre os seus recursos naturais.

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