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Trump na ONU: o que esperar do discurso do presidente dos EUA antes do evento
Publicado 20/09/2026 • 19:30 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 20/09/2026 • 19:30 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: reprodução ONU
Trump na ONU: o que esperar do discurso do presidente dos EUA antes do evento
Donald Trump deve discursar na Assembleia Geral da ONU em um momento de atenção às relações entre Estados Unidos e Brasil. O discurso de 2025 ajuda a contextualizar os temas que marcaram a participação do presidente americano no evento e que podem voltar ao centro das atenções neste ano.
Na ocasião, Trump fez críticas à própria ONU e abordou temas como imigração, mudanças climáticas e a guerra na Ucrânia. O presidente americano também falou sobre sua relação com Luiz Inácio Lula da Silva após um breve encontro entre os dois antes do discurso.
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Pr isso, o histórico de 2025 ajuda a contextualizar o que poderá chamar atenção na participação de Trump neste ano. Não é possível, porém, afirmar antecipadamente quais assuntos ele escolherá para o novo discurso. Confira o discurso completo:
Em 2025, Trump questionou a atuação das Nações Unidas na solução de conflitos internacionais. Além disso, o presidente americano afirmou que a organização não estaria resolvendo os problemas para os quais foi criada e que, em algumas situações, acabaria criando novas dificuldades para os países-membros.
Trump também criticou a atuação da ONU em relação à imigração. Dessa forma, ele acusou a organização de apoiar a entrada irregular de imigrantes nos Estados Unidos e afirmou que a entidade teria destinado mais de US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,54 bilhão) para apoiar migrantes que atravessaram a fronteira sul americana.
Apesar das críticas, o presidente americano também reconheceu o potencial da organização. Para Trump, a ONU poderia desempenhar um papel maior na resolução de conflitos, mas estaria concentrada em declarações sem ações práticas.
A guerra na Ucrânia foi outro assunto abordado por Trump no discurso de 2025. O presidente americano criticou países que continuavam comprando petróleo da Rússia e citou tanto a China quanto a Índia.
Trump também direcionou críticas aos países europeus. Segundo ele, nações da Europa continuavam comprando petróleo e gás russos enquanto enfrentavam a própria Rússia por causa da guerra na Ucrânia. Na mesma fala, o presidente americano defendeu uma nova rodada de sanções e pediu que os países europeus adotassem medidas semelhantes às dos Estados Unidos.
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Siga o Times | CNBCO tema energético apareceu ainda em outro momento do discurso, quando Trump criticou políticas de energia verde. Ele classificou esse modelo como um “golpe” e questionou previsões feitas pelas Nações Unidas relacionadas ao aquecimento global.
A relação com Lula também ganhou espaço na fala de Trump no ano passado. Antes de comentar o encontro com o presidente brasileiro, o americano havia falado sobre as tarifas impostas ao Brasil e feito críticas ao cenário político do país.
Depois, Trump contou que encontrou Lula por alguns segundos antes dos discursos. Segundo o presidente americano, os dois se cumprimentaram, conversaram rapidamente e concordaram em marcar uma nova reunião.
Trump adotou um tom diferente ao falar do encontro. Ele disse que gostou de Lula e afirmou que o presidente brasileiro também havia gostado dele. O americano ainda descreveu a interação entre os dois como uma “ótima química”, embora o contato tenha sido rápido.
O episódio ganhou destaque justamente pela mudança de tom dentro do mesmo discurso: depois das críticas ao Brasil, Trump relatou uma interação amistosa com Lula.
O discurso de 2025 também ficou marcado por declarações sobre liberdade religiosa. Ao defender a liberdade de expressão e de religião, Trump afirmou que o cristianismo seria a religião mais perseguida do mundo. A declaração apareceu em meio à defesa dos valores que, segundo ele, foram estabelecidos pelos fundadores dos Estados Unidos.
Esses temas formam o principal histórico recente de Trump na Assembleia Geral da ONU. Ainda assim, não há como afirmar que o presidente repetirá as mesmas declarações ou concentrará a nova fala nos mesmos assuntos.
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A expectativa em torno do discurso deste ano está, portanto, ligada ao histórico do presidente americano no evento e aos temas que costumam aparecer em sua agenda internacional. Entre eles estão a atuação da ONU, conflitos, imigração, energia e as relações dos Estados Unidos com outros países.
A participação de Lula também coloca o Brasil em evidência na abertura da Assembleia Geral. O presidente brasileiro e Trump já protagonizaram momentos distintos no evento anterior, o que faz com que eventuais novas referências ao Brasil ou ao encontro entre os dois sejam acompanhadas de perto durante a fala do americano.
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