Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Trump retoma disputa sobre Canal do Panamá e mira influência chinesa na rota marítima
Publicado 01/07/2026 • 21:30 | Atualizado há 3 semanas
Bombardeio russo em Kiev ocorre após alerta da OTAN sobre riscos de ataque aos países bálticos
Ações da Ryanair despencam 6% com aumento de gastos com combustível e pressão sobre lucros
TSMC anuncia aporte extra de US$ 100 bilhões em fábricas de chips no Arizona
EXCLUSIVO CNBC: Buffett declara: ‘Eu iniciei o investimento bilionário no Google’
EUA dizem ter atacado forças ligadas ao Irã após ação que matou dois militares americanos
Publicado 01/07/2026 • 21:30 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a colocar o Canal do Panamá no centro da disputa geopolítica com a China ao afirmar, nesta quarta-feira (1º), que não permitirá que Pequim assuma o controle da rota marítima. Em discurso na Dakota do Norte, o republicano disse que a infraestrutura foi construída por americanos e defendeu que, por esse motivo, deveria permanecer sob comando dos EUA.
A declaração foi feita durante visita à biblioteca presidencial dedicada ao ex-presidente Theodore Roosevelt, figura diretamente associada à criação do canal e à política de expansão da influência americana na América Latina no início do século 20.
No discurso, Trump criticou novamente administrações democratas anteriores e afirmou que elas teriam permitido o avanço da influência chinesa sobre a passagem estratégica localizada no Panamá.
Leia também: Canal do Panamá caminha para superlotação com incerteza no Estreito de Ormuz
O republicano não apresentou novos detalhes sobre quais medidas pretende adotar, mas reforçou o argumento de que os Estados Unidos não deveriam abrir mão de influência sobre uma rota considerada essencial para o comércio global e para a segurança econômica americana.
A construção do Canal do Panamá começou sob forte influência dos Estados Unidos após o fracasso de uma tentativa francesa no século 19. A obra ganhou impulso durante o governo de Theodore Roosevelt, que apoiou a separação do Panamá da Colômbia e garantiu aos americanos o controle da zona onde a via seria construída.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCInaugurado em 1914, o canal encurtou de forma decisiva as rotas marítimas entre os oceanos Atlântico e Pacífico, reduzindo custos e tempo de transporte para navios comerciais e militares. Por décadas, a passagem foi administrada pelos Estados Unidos, tornando-se um símbolo da presença americana na região.
O controle da via foi transferido gradualmente ao Panamá após os tratados assinados no fim da década de 1970, durante o governo de Jimmy Carter. Desde 1999, o canal é administrado pelo país centro-americano, mas continua sendo alvo de atenção internacional por sua importância estratégica para cadeias globais de comércio, energia e logística.
A fala de Trump ocorre em meio ao aumento da rivalidade entre Estados Unidos e China por influência em infraestrutura portuária, rotas comerciais e corredores logísticos.
Ao associar o canal à disputa com Pequim, o presidente americano busca reforçar a ideia de que a infraestrutura marítima deve ser tratada como tema de segurança nacional, e não apenas como ativo comercial.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Seleção campeã da Copa do Mundo recebe US$ 51 milhões em premiação recorde
2
Bicampeã: Espanha vence Argentina com gol na prorrogação e conquista a Copa do Mundo de 2026
3
Madonna, BTS, Justin Bieber e Shakira: artistas de cachês milionários estrelaram show do intervalo inédito em uma final de Copa
4
Com a disparada do ouro, taça da Copa do Mundo passa a valer R$ 3,4 milhões em 2026
5
Mbappé conquista a Chuteira de Ouro da Copa do Mundo de 2026