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Ucranianos e russos voltam a negociar em Istambul sob pressão dos EUA
Publicado 23/07/2025 • 11:37 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 23/07/2025 • 11:37 | Atualizado há 10 meses
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BEN CURTIS/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO | Wikimedia
Várias rodadas de diálogos não conseguiram fechar um acordo, já que Moscou insiste em exigências territoriais que Kiev descartou.
Representantes da Ucrânia e da Rússia retomam nesta quarta-feira (23), as negociações de paz em Istambul, na Turquia, em um encontro descrito como “complexo” por ambas as partes. Será a terceira rodada de conversações diretas desde o início da guerra, há mais de três anos, agora sob pressão do governo dos Estados Unidos por avanços concretos.
O Kremlin confirmou que sua delegação, liderada pelo ex-ministro da Cultura Vladimir Medinski, partiu para a Turquia. Do lado ucraniano, a equipe é chefiada por Rustem Umerov, atual secretário do Conselho de Segurança Nacional. Ambos os representantes já estiveram à frente das negociações anteriores, realizadas na mesma cidade.
Segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, o foco estará nos rascunhos de memorandos trocados entre as partes em junho, que refletem visões “diametralmente opostas” sobre os termos da paz. Moscou exige o reconhecimento das anexações de quatro regiões ucranianas — Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporizhzhia — e a desistência formal da Ucrânia em ingressar na Otan. Kiev, por sua vez, rejeita qualquer cessão de território, incluindo a Crimeia, ocupada desde 2014.
As conversas ganham contornos ainda mais tensos após o presidente dos EUA, Donald Trump, ter estipulado um prazo de 50 dias para que Moscou avance nas negociações, sob pena de sanções mais severas. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, criticou o prazo, classificando-o como “extremamente longo” diante da escalada de mortes de civis ucranianos.
Apesar dos encontros anteriores terem resultado apenas em trocas de prisioneiros e corpos de soldados mortos, o presidente Volodimir Zelensky declarou que pretende discutir novas repatriações, inclusive de crianças levadas para a Rússia.
Na madrugada desta quarta-feira, a guerra seguiu com novos ataques. Segundo a Força Aérea da Ucrânia, 71 drones russos foram lançados contra o país. Duas crianças ficaram feridas na região de Kherson e uma mulher morreu em um bombardeio, de acordo com autoridades locais. Já a Rússia afirmou ter interceptado 33 drones ucranianos e anunciado o controle da localidade de Varachine, na região de Sumy.
Enquanto os confrontos se intensificam, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, voltou a pedir que as partes “não fechem a porta ao diálogo”.
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