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Copa de 2027 pode levar futebol feminino a novo patamar comercial no Brasil, avalia Rafael Plastina
Publicado 21/08/2026 • 15:15 | Atualizado há 50 minutos
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Publicado 21/08/2026 • 15:15 | Atualizado há 50 minutos
KEY POINTS
A Copa do Mundo Feminina de 2027 pode levar o futebol feminino a um novo patamar comercial no Brasil, em um ambiente de maior interesse de marcas, expansão das transmissões e crescimento da prática da modalidade, avaliou Rafael Plastina, CEO da Sport Track, em entrevista ao Times CNBC Sports, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Para Plastina, a competição será o ponto mais alto de uma combinação de fatores que já favorecem o crescimento do futebol feminino no país, entre eles o amadurecimento do mercado de patrocínios e a abertura de novos espaços para o esporte na mídia.
“A Copa do Mundo feminina vai ser o ápice dessa tempestade perfeita”, afirmou.
Leia também: EXCLUSIVO CNBC: Alex Morgan destaca crescimento do futebol feminino e cobra legado para Copa de 2027
Segundo Plastina, o mercado de entretenimento esportivo e de patrocínio avançou nos últimos anos, ao mesmo tempo em que as empresas passaram a buscar mais conteúdo relacionado ao esporte.
“O mercado de entretenimento e patrocínio vem amadurecendo. Hoje a gente tem mais marcas buscando conteúdo”, disse.
Na avaliação do executivo, esse movimento ocorre em paralelo ao crescimento da participação feminina no esporte e, especificamente, no futebol.
Ele também destacou o histórico brasileiro na realização de grandes competições, citando os Jogos Pan-Americanos de 2007, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.
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Siga o Times | CNBCA transformação do mercado de mídia também pode favorecer a modalidade, segundo Plastina.
“A mídia, ao se fragmentar, oferece mais plataformas e mais espaço para a transmissão de esporte ao vivo”, afirmou.
Para ele, a combinação de maior exposição, interesse das marcas e crescimento da base de praticantes cria um ambiente mais favorável à expansão comercial do futebol feminino antes da Copa de 2027.
O avanço da modalidade ocorre também enquanto o Congresso discute novas regras para o futebol feminino. A Câmara dos Deputados aprovou um projeto que estabelece diretrizes para o desenvolvimento da modalidade, incluindo medidas relacionadas à profissionalização das atletas e à presença de mulheres em cargos de gestão.
Plastina avalia que a legislação pode contribuir para estimular o setor e promover maior equilíbrio entre a formação de base, as competições de clubes e o alto rendimento.
Ele ressalta, porém, que os clubes precisarão de um período de adaptação para estruturar investimentos e planejar novas fontes de receita.
Na avaliação do executivo, a Copa do Mundo de 2027 pode funcionar como o ponto de convergência dessas mudanças e ampliar o espaço do futebol feminino entre torcedores, empresas e patrocinadores.
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