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Dr. Inovação: FDA abre revolução no tratamento da menopausa
Publicado 17/11/2025 • 16:31 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 17/11/2025 • 16:31 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
A retirada do alerta de caixa preta dos tratamentos hormonais marca “uma revolução para a vida das mulheres”. É o que afirma o médico Pedro Batista, sócio da Horuss AI, em entrevista a Times Brasil nesta segunda-feira (17).
Segundo ele, a mudança anunciada pela Food and Drug Administration (FDA) abre caminho para terapias mais personalizadas e baseadas em evidências. Além disso, encerra um período de restrições que paralisou o avanço da medicina voltada à menopausa.
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Batista explica que, por 20 anos, o uso de hormônios foi limitado por estudos iniciais que apontavam risco elevado de câncer, doenças cardiovasculares e demência. “O mercado da medicina focada na menopausa deu um breakdown, uma paralisação”, diz.
A revisão científica recente mostrou que o problema estava no desenho dos estudos, que avaliavam mulheres com média de 63 anos, muito tempo depois do início da menopausa. Novas evidências reforçam que a primeira década após os primeiros sintomas é a janela em que a terapia hormonal oferece os maiores benefícios.
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Entre os impactos positivos já comprovados, segundo Batista, estão redução de 64% no risco de declínio cognitivo, queda de 35% na probabilidade de Alzheimer, melhora de mais de 50% na saúde óssea e redução de até 50% dos eventos cardiovasculares fatais.
Ele afirma que a decisão do FDA deve acelerar pesquisas e ampliar o acesso das mulheres a terapias personalizadas. “Estamos falando de longevidade, prevenção e qualidade de vida em altíssimo nível. Esse é o novo paradigma”, diz.
Batista também avalia que a mudança deve refletir rapidamente no Brasil. “A Anvisa é tão específica quanto a esses padrões e [tem] um alinhamento tão bom quanto o FDA. É bem provável que a Anvisa nos próximos dias solte também uma nota que coloque essa referência à boa utilização das terapias hormonais para mulheres”, conclui.
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