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Fintech aposta em Open Finance para equilibrar acesso a dados no setor de crédito
Publicado 19/04/2025 • 15:57 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 19/04/2025 • 15:57 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
A PilotIn, fintech especializada em soluções financeiras personalizadas com uso de inteligência artificial, busca reduzir a assimetria de informações no setor de crédito por meio do Open Finance.
“Mesmo com a abundância de dados, ainda existe uma grande assimetria. Bancos tradicionais conhecem melhor o cliente, enquanto novas instituições nem sempre têm essa capacidade”, disse Rogerio Melfi, cofundador e CPO do PilotIn, da empresa, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
A proposta da PilotIn é processar os dados financeiros autorizados pelo cliente e transformá-los em variáveis comportamentais que auxiliam instituições na concessão de crédito.
Segundo Melfi, a empresa é voltada especialmente para atender a população das classes C e D, que muitas vezes precisa de empréstimos de menor valor, como R$ 500 ou R$ 1.000. “A análise de crédito para esse público custa caro. A gente cria uma esteira muito mais enxuta e barata, permitindo mais microcrédito e inclusão”, explicou. Com a análise mais precisa, o crédito chega com taxas mais justas: “O seu José da Silva vai chegar com uma taxa mais adequada para o risco dele”, disse.
A PilotIn opera com a licença de Iniciador de Transação de Pagamento (ITP), criada pelo Banco Central. “Somos autorizados e fiscalizados, mas não movimentamos dinheiro de clientes. Com o consentimento, conseguimos acessar os dados e até iniciar transações como o PIX”, disse. Ele ainda destacou que, no futuro, a integração com o DREX (o real digital) pode tornar o crédito ainda mais seguro, ao atrelar pagamentos a bens tokenizados.
Melfi ainda ressaltou o protagonismo do Brasil no uso de tecnologia no setor financeiro. “O Open Finance existe há seis anos no Reino Unido. A gente começou um pouco depois e já ultrapassou em escopo de dados e volume de transações. E o PIX é um case de sucesso que trouxe muita gente para o sistema financeiro”, concluiu.
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