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Negócios em Jogo: Rio Open 2026 vira vitrine de marcas, desafia Carnaval e aposta em público premium
Publicado 10/02/2026 • 14:00 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 10/02/2026 • 14:00 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
O Rio Open 2026, maior torneio de tênis da América do Sul, começa no próximo fim de semana no Jockey Club Brasileiro e chega cercado de interesse comercial. Ao todo, o evento reúne 43 patrocinadores diretos e outras 12 marcas parceiras, superando os números de 2025 e consolidando o campeonato como um dos principais palcos de ativação de marcas no calendário esportivo nacional.
O tema foi debatido no programa “Negócios em Jogo”, com participação do piloto e empresário Cacá Bueno, que destacou a relevância do torneio justamente por acontecer no mesmo período do Carnaval carioca.
Segundo Cacá, o tênis ocupa hoje um espaço diferente do futebol no radar dos patrocinadores. Em vez de buscar grandes volumes de audiência televisiva, as empresas apostam em contato direto com um público seleto.
“É um ticket mais alto, focado em experiência, exclusividade e relacionamento. As marcas querem falar com a pessoa certa”, afirmou.
No ano passado, cerca de 70 mil pessoas circularam pelo evento ao longo dos nove dias, número modesto se comparado a partidas decisivas de futebol ou grandes corridas automobilísticas, mas visto como altamente qualificado do ponto de vista comercial.
Para ele, o Rio Open funciona como plataforma estratégica de branding, muito mais do que exposição pura e simples.
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Outro fator que impulsiona o interesse das marcas é o perfil do público do tênis, descrito como multigeracional, influente em seus círculos sociais e altamente engajado. Em 2026, a expectativa também recai sobre a presença de atletas brasileiros, especialmente João Fonseca, apontado como possível novo ídolo nacional.
Serão cinco brasileiros no torneio, três na chave principal e dois no qualifying, o que tende a ampliar a mobilização local e a procura por ingressos.
“A gente estava carente de grandes ídolos. Quando surge um nome jovem, isso renova a comunidade e puxa mais gente para o esporte”, disse Cacá.
A coincidência com o Carnaval é vista ao mesmo tempo como desafio logístico e chance de criar uma experiência única na cidade. Hotéis cheios, trânsito intenso e disputa por restaurantes entram na conta, mas a organização aposta na combinação de esportes e festa para atrair visitantes.
O torneio começa no dia 14, com dois dias iniciais de qualifying e entrada gratuita, antes do início da chave principal, que segue até o dia 22.
Na análise de Cacá, o crescimento do Rio Open reforça uma tendência mais ampla: empresas buscam esportes capazes de criar comunidades fiéis, algo que também aparece no automobilismo, no vôlei e até na NFL, citada como exemplo recente de monetização fora do eixo tradicional do futebol.
“Não é só botar o nome no outdoor. É posicionar a marca, passar horas ao lado do cliente numa área VIP. A área comercial entra forte nesse tipo de evento”, afirmou.
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