Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
PSG transforma marca em negócio e passa a competir fora de campo
Publicado 14/05/2026 • 22:30 | Atualizado há 1 mês
Publicado 14/05/2026 • 22:30 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
O Paris Saint-Germain deixou de competir apenas com clubes de futebol e passou a disputar atenção com plataformas de entretenimento, redes sociais e criadores de conteúdo, afirmou Leandro Guissoni, professor da FGV e cofundador da Decomposer AI.
Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, Guissoni disse que a transformação do PSG em uma marca global foi resultado de uma estratégia agressiva de branding, baseada em celebridades, alcance internacional e diversificação de receitas.
“O PSG entendeu rapidamente que ele não competiria apenas com outros times, mas com Netflix, TikTok, NBA e creators. Isso foi algo que ele trouxe e que outros clubes não estavam fazendo no momento”, afirmou.
Segundo o professor, a contratação de estrelas globais foi decisiva para ampliar a presença do clube fora da França. Neymar e Mbappé, disse ele, ajudaram a dar ao PSG uma dimensão de marca ligada também à cultura pop e ao consumo.
Guissoni afirmou que a estratégia permitiu ao clube vender mais de 1 milhão de camisetas por ano, com mais da metade das vendas fora do mercado francês.
Leia mais:
O que faz a LiveMode, dona da CazéTv que acaba de fechar parceria com Cristiano Ronaldo
McDonald’s entra no futebol e fecha naming rights bilionário de estádio; confira
Corinthians lidera ranking de dívidas no futebol brasileiro; veja números atualizados
A expansão também aparece no valor de mercado. Segundo o professor, o PSG saiu de 70 milhões de euros para 4 bilhões de euros, movimento que levou o clube a uma nova fase da estratégia: menos dependente apenas de grandes nomes e mais voltada à eficiência operacional.
“Marcas fortes não se constroem apenas com performance, mas a performance sustentável não existe sem uma marca sólida”, afirmou.
Para Guissoni, saber identificar o momento de virada foi essencial para o PSG ajustar o elenco e buscar um modelo mais eficiente. A marca, segundo ele, chegou a um patamar em que novos ganhos precisam vir de áreas adjacentes ao futebol.
O professor comparou o modelo do PSG ao de marcas de luxo, em que produtos associados ampliam o faturamento e fortalecem o posicionamento global.
“É como a Ferrari; os produtos agregados levam a um faturamento importante. O PSG já tem níveis de resultado onde qualquer retorno seria marginal, então ele deve expandir para outras áreas”, disse.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no GoogleSegundo Guissoni, o faturamento comercial do PSG chegou a € 367 milhões apenas com bilheteria e licenciamentos. Para ele, a próxima etapa deve envolver negócios ligados à jornada do fã.
“Eu apostaria que o Paris Saint-Germain vai entrar em negócios adjacentes ao esporte, olhando a jornada do fã, como debates, comunidades, fantasy games e novas parcerias globais”, afirmou.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Os fiascos que o Claude Fable acumulou em 96 horas expõem a Anthropic e Dario Amodei a um vexame sem precedentes
2
Endrick não é titular por causa da New Balance? Patrocínio do jogador alimenta teoria nas redes envolvendo a Seleção e a Nike
3
Bancos vão à Justiça dos EUA para travar plano da Ambipar que deixa credores brasileiros de fora
4
DENÚNCIA: Forbes Brasil tem fundo do Banco Master como sócio oculto
5
EUA bloqueiam acesso de estrangeiros ao Claude Fable 5, da Anthropic, por razões de “segurança nacional”