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PSG transforma marca em negócio e passa a competir fora de campo

Publicado 14/05/2026 • 22:30 | Atualizado há 57 minutos

KEY POINTS

  • Professor da FGV diz que o PSG antecipou uma disputa por atenção que vai além do futebol.
  • Contratações de Neymar e Mbappé ajudaram o clube a vender mais de 1 milhão de camisetas por ano, segundo Guissoni.
  • Valor de mercado do clube saltou de 70 milhões de euros para 4 bilhões de euros, em meio à expansão comercial da marca.

O Paris Saint-Germain deixou de competir apenas com clubes de futebol e passou a disputar atenção com plataformas de entretenimento, redes sociais e criadores de conteúdo, afirmou Leandro Guissoni, professor da FGV e cofundador da Decomposer AI.

Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, Guissoni disse que a transformação do PSG em uma marca global foi resultado de uma estratégia agressiva de branding, baseada em celebridades, alcance internacional e diversificação de receitas.

“O PSG entendeu rapidamente que ele não competiria apenas com outros times, mas com Netflix, TikTok, NBA e creators. Isso foi algo que ele trouxe e que outros clubes não estavam fazendo no momento”, afirmou.

Segundo o professor, a contratação de estrelas globais foi decisiva para ampliar a presença do clube fora da França. Neymar e Mbappé, disse ele, ajudaram a dar ao PSG uma dimensão de marca ligada também à cultura pop e ao consumo.

Guissoni afirmou que a estratégia permitiu ao clube vender mais de 1 milhão de camisetas por ano, com mais da metade das vendas fora do mercado francês.

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A expansão também aparece no valor de mercado. Segundo o professor, o PSG saiu de 70 milhões de euros para 4 bilhões de euros, movimento que levou o clube a uma nova fase da estratégia: menos dependente apenas de grandes nomes e mais voltada à eficiência operacional.

“Marcas fortes não se constroem apenas com performance, mas a performance sustentável não existe sem uma marca sólida”, afirmou.

Para Guissoni, saber identificar o momento de virada foi essencial para o PSG ajustar o elenco e buscar um modelo mais eficiente. A marca, segundo ele, chegou a um patamar em que novos ganhos precisam vir de áreas adjacentes ao futebol.

O professor comparou o modelo do PSG ao de marcas de luxo, em que produtos associados ampliam o faturamento e fortalecem o posicionamento global.

“É como a Ferrari; os produtos agregados levam a um faturamento importante. O PSG já tem níveis de resultado onde qualquer retorno seria marginal, então ele deve expandir para outras áreas”, disse.

Segundo Guissoni, o faturamento comercial do PSG chegou a € 367 milhões apenas com bilheteria e licenciamentos. Para ele, a próxima etapa deve envolver negócios ligados à jornada do fã.

“Eu apostaria que o Paris Saint-Germain vai entrar em negócios adjacentes ao esporte, olhando a jornada do fã, como debates, comunidades, fantasy games e novas parcerias globais”, afirmou.

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