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Linha dura: estudo mostra que gestão Galípolo do Banco Central adota a política monetária mais rígida desde 2016
Publicado 25/09/2025 • 10:30 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 25/09/2025 • 10:30 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Aloisio Mauricio?FotoArena/Estadão Conteúdo
O Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
A gestão de Gabriel Galípolo no Banco Central é a mais dura (hawkish) desde 2016, segundo dados do Banco Pine. Uma ferramenta do banco, que combina algoritmos e inteligência artificial, indica que o tom da política monetária atual supera o registrado na época em que Ilan Goldfajn comandava a instituição.
Para Cristiano Oliveira, diretor de pesquisa macroeconômica do Banco Pine, a postura rígida de Galípolo reflete uma estratégia de usar a comunicação como ferramenta na condução da política monetária. A intenção de Galípolo seria alinhar a inflação à meta e, quando o afrouxamento da política monetária ocorrer, permitir a entrega de juros reais mais baixos.
Leia também:
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Galípolo: ‘autonomia do BC não é uma garantia para o diretor, é uma garantia para o país’
O diretor também relaciona a postura mais dura do Banco Central ao desalinhamento entre política fiscal e monetária,. Nesse contexto, não é apenas a comunicação que importa, mas a manutenção dos juros em um patamar mais restritivo para conter a inflação provocada pelos estímulos do governo à economia.
Oliveira observa ainda que a comunicação de Galípolo está alinhada à necessidade de construir reputação e credibilidade, algo comum no início de cada nova gestão de banqueiros centrais. Segundo ele, a ata recente do Copom foi levemente menos dura do que o breve comunicado divulgado na semana passada, após a decisão de manter a Selic em 15%.
Apesar disso, Oliveira acredita que o Banco Central terá espaço para iniciar cortes na Selic na última reunião do Copom deste ano. No entanto, o tom dos comunicados levanta dúvidas sobre se Galípolo começará a reduzir os juros ainda em 2025.
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