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Cerca de 35 mil pessoas estão retidas no Golfo devido à guerra, afirma OMI
Publicado 05/03/2026 • 13:14 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 05/03/2026 • 13:14 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Cerca de “20 mil marinheiros e 15 mil passageiros” estão retidos no Golfo devido à guerra no Oriente Médio e à paralisação do Estreito de Ormuz, afirmou o secretário-geral da Organização Marítima Internacional (OMI), Arsenio Domínguez.
A OMI, agência da ONU responsável pela segurança marítima, está “pronta para colaborar com todas as partes interessadas para contribuir para garantir a segurança e o bem-estar dos marinheiros”, afirmou o panamenho Domínguez.
A Guarda Revolucionária, força responsável pelas operações externas do Irã, afirmou na quarta-feira ter o controle “total” do Estreito de Ormuz, um corredor marítimo estratégico por onde passa um quinto do petróleo bruto mundial.
Desde os primeiros ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã no sábado, a OMI registrou sete incidentes envolvendo navios no estreito, com um total de dois mortos e seis feridos. “Além do impacto econômico desses ataques alarmantes, esta é uma questão humanitária. Nenhum ataque contra marinheiros inocentes se justifica”, disse Domínguez.
Leia também: Irã fecha Estreito de Ormuz e ameaça atacar navios
“Reitero meu apelo a todas as empresas de navegação para que exerçam a máxima cautela ao operar na região afetada”, acrescentou o secretário-geral da organização.
Nesse contexto de extrema tensão, as principais empresas de navegação globais suspenderam as viagens de seus navios com destino ao Golfo e estão desviando suas cargas.
Domínguez instou “todas as partes a intensificarem seus esforços para desarmar a situação o mais rápido possível”, para que a navegação marítima possa retornar à normalidade.
O tráfego no Estreito de Ormuz – por onde passa aproximadamente 20% da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito (GNL) – caiu 90%, segundo dados divulgados na quarta-feira pela Kpler, empresa internacional de análise de dados sobre energia e transporte marítimo.
Leia também: Maersk suspende passagem de seus navios pelo Estreito de Ormuz
O Estreito de Ormuz, o Golfo e o Golfo de Omã foram classificados nesta quinta-feira como “zona de guerra” pelo setor marítimo, após uma reunião entre sindicatos e empregadores de todo o mundo.
Essa designação concede direitos ampliados aos marinheiros, incluindo solicitar repatriação às custas das operadoras.
Essa designação responde à “dimensão das perturbações e dos riscos enfrentados pelas tripulações civis na região”, explicaram ambas as partes em uma declaração conjunta, mencionando “centenas” de navios bloqueados no Golfo.
O presidente americano, Donald Trump, declarou na terça-feira que a Marinha de seus país poderia escoltar petroleiros “se necessário” pelo estreito.
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