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EUA desmentem secretário de Energia e dizem que não escoltaram petroleiros no Estreito de Ormuz
Publicado 10/03/2026 • 18:33 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 10/03/2026 • 18:33 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Divulgação/Governo dos Estados Unidos
Casa Branca, sede do governo dos EUA
A Casa Branca afirmou nesta terça-feira (10) que a Marinha dos Estados Unidos não escoltou nenhum petroleiro no Estreito de Ormuz. A fala contraria uma declaração do secretário de Energia, Chris Wright, que chegou a confirmar a escolta nas redes sociais, mas apagou a publicação pouco depois.
“Posso confirmar que a Marinha dos Estados Unidos não escoltou nenhum navio-tanque ou embarcação até o momento, embora, é claro, seja uma opção”, disse Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, em coletiva de imprensa.
O Irã também refutou a afirmação inicial do secretário de Energia e reforçou que não houve qualquer escolta militar americana a petroleiros na região.
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A fala de Leavitt ocorre em meio à escalada das tensões no Oriente Médio e às preocupações do mercado com a segurança do transporte de petróleo no Golfo.
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que determinou à Corporação Financeira de Desenvolvimento dos EUA (DFC, na sigla em inglês) que ofereça seguro contra riscos políticos e garantias para a segurança financeira do comércio marítimo, com foco especial no transporte de energia que passa pela região.
“Isso estará disponível para todas as companhias de navegação”, escreveu Trump em publicação na rede Truth Social.
Na semana passada, o presidente também afirmou que, se necessário, a Marinha americana poderá iniciar escoltas a navios-tanque no Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas para o transporte global de petróleo. Ele acrescentou que os Estados Unidos vão garantir o fluxo internacional de energia.
“Independentemente do que aconteça, os Estados Unidos garantirão o livre fluxo de energia para o mundo”, escreveu. “O poder econômico e militar dos Estados Unidos é o maior da Terra. Mais ações estão por vir.”
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O Estreito de Ormuz é considerado um dos principais gargalos energéticos do planeta, por onde passa cerca de um quinto do petróleo transportado globalmente. Qualquer risco de interrupção na região costuma provocar fortes reações nos preços da commodity e nos mercados financeiros.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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