Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
FIFA investe bilhões para garantir consistência técnica na Copa do Mundo de 2026
Por Nathalia Gimenes
Jovem trabalhou disfarçada em uma rede de cafeterias antes de abrir seu próprio café de matcha
SpaceX pode tornar a empresa mais valiosa do mundo? Confira as chances
Waymo faz recall de cerca de 3.900 robotáxis depois de alguns terem invadido zonas de obras em rodovias
Funcionários da Amazon são alvo de investigação após críticas à expansão de data centers de IA
Chefe da OPEP rejeita previsão da AIE sobre excesso de oferta enquanto “crítico” Estreito de Ormuz é reaberto
Publicado 10/03/2026 • 14:30 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Foto: Unsplash
EUA elevam tarifas de importação; veja os países com a cobrança mais alta
A inteligência artificial (IA) passou a ocupar papel central na ofensiva militar conduzida por Estados Unidos e Israel contra o Irã, guerra que ocorre desde 28 de fevereiro.
O uso da tecnologia ganhou destaque quando autoridades revelaram que sistemas avançados de análise de dados ajudaram a identificar e priorizar alvos durante os primeiros ataques da campanha militar, segundo o The Washington Post.
A operação começou no início de março de 2026 e utilizou ferramentas capazes de processar grandes volumes de informações de satélites, vigilância e inteligência militar para acelerar decisões estratégicas no campo de batalha.
Leia também: Ouro fecha em alta com conflito no Irã após dados nos EUA e dólar mais fraco
No primeiro dia de ataques, as forças americanas conseguiram atingir cerca de 1.000 alvos no território iraniano. A velocidade da operação foi atribuída ao uso do sistema Maven Smart, desenvolvido pela empresa Palantir, que reúne dados de diversas fontes militares e produz análises em tempo real.
Integrado ao sistema está o Claude, ferramenta de inteligência artificial criada pela Anthropic. O modelo foi utilizado para analisar dados sensíveis e sugerir potenciais alvos, além de indicar coordenadas geográficas e classificar a importância estratégica de cada ponto identificado.
Leia também:
Segundo pessoas envolvidas no programa, o sistema ajudou a reduzir drasticamente o tempo necessário para planejamento militar.
Processos que antes exigiam semanas de análise passaram a ser executados em ritmo quase imediato, permitindo que as forças americanas e israelenses ajustassem suas operações de forma contínua.
Além da seleção inicial de alvos, a tecnologia também passou a ser usada para avaliar os resultados das ofensivas enquanto os ataques ainda estavam em andamento.
Embora esta seja a primeira vez que a ferramenta seja aplicada em uma operação de guerra de grande escala, o sistema já havia sido utilizado em outras missões militares e de segurança.
Versões anteriores do Maven foram usadas durante a retirada das tropas americanas do Afeganistão em 2021 e em operações de inteligência após os ataques de 7 de outubro de 2023 em Israel.
O sistema também já havia sido empregado para analisar ameaças terroristas e em operações de segurança internacional.
Leia também: Europa enfrenta um choque “massivo” nos preços do gás por causa da guerra com o Irã
O programa reúne informações de centenas de bases de dados diferentes. Em apresentações militares anteriores, autoridades afirmaram que o sistema consegue integrar informações provenientes de até 179 fontes distintas de inteligência.
O crescimento do uso da ferramenta também foi rápido dentro das forças armadas. Em meados de 2025, mais de 20 mil militares já utilizavam o sistema em diferentes áreas operacionais.
Apesar da presença da tecnologia nas operações militares, a relação entre o governo dos Estados Unidos e a empresa responsável pelo Claude atravessa um momento de tensão.
Pouco antes do início dos bombardeios contra o Irã, o presidente Donald Trump anunciou que agências federais teriam de interromper gradualmente o uso das ferramentas da Anthropic. O governo estabeleceu um prazo de seis meses para substituir a tecnologia por sistemas alternativos.
Leia também:
A decisão ocorreu após divergências entre a empresa e autoridades militares sobre o uso da inteligência artificial em vigilância doméstica e no desenvolvimento de armas totalmente autônomas.
Mesmo com a determinação do governo, militares afirmaram que o sistema continuará sendo utilizado temporariamente até que outra tecnologia esteja plenamente disponível.
De acordo com pessoas próximas ao programa, a dependência das forças armadas em relação ao sistema é significativa, o que torna a substituição imediata difícil.

Com a possível saída da Anthropic, outras empresas de inteligência artificial já disputam espaço dentro do setor de defesa dos Estados Unidos.
A empresa xAI, fundada por Elon Musk, firmou recentemente um acordo para desenvolver sistemas voltados para o governo americano. A OpenAI também passou a trabalhar em projetos ligados à área de segurança e defesa.
O avanço dessas ferramentas pode transformar profundamente a forma como guerras são planejadas e conduzidas.
Leia também: Petróleo dispara e fecha dia acima de US$ 90; commodity acumula até 35% de alta na semana
Pesquisadores apontam que a principal mudança está na velocidade de processamento das informações. Em vez de depender exclusivamente de analistas humanos, os militares conseguem utilizar algoritmos para organizar dados e produzir recomendações quase instantaneamente.
Leia também:
O uso de IA em operações militares e na segurança digital aponta para uma mudança significativa na forma como governos e empresas lidam com tecnologia.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DENÚNCIA: Forbes Brasil tem fundo do Banco Master como sócio oculto
2
Quanto GTA VI vai custar no Brasil? Pré-venda do novo jogo começa na próxima semana
3
JD Vance, vice-presidente dos EUA, defende acordo com o Irã
4
PARCERIA INÉDITA – ELEIÇÕES 2026: Times | CNBC fecha acordo com American Analytics, empresa internacional; confira os resultados
5
Quem é Eugene Kaspersky, o polêmico russo por trás do antivírus que opera no Brasil sob suspeita de espionagem nos EUA