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CNI reúne indústria e governo em São Paulo para definir rumos da inovação nos próximos 10 anos

Publicado 13/03/2026 • 13:59 | Atualizado há 25 minutos

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Sebrae reúnem empresários, autoridades e investidores nos dias 25 e 26 de março em São Paulo para a 11ª edição do Congresso da Inovação da Indústria. O evento, gratuito e sediado no WTC, já registra mais de 6.000 inscritos, com capacidade limitada a 2.000 participantes por dia.

A programação abrange transição energética, inteligência artificial, competitividade industrial e modelos de negócios para biotecnologia e economia digital. Do congresso sairá o planejamento do empresariado brasileiro para inovação nos próximos 10 anos, contemplando infraestrutura, formação de pessoas, regulações e ciência e tecnologia.

Diagnóstico colhido em 50 cidades

A edição deste ano foi precedida por uma jornada nacional que percorreu mais de 50 cidades e ouviu mais de 5.000 pessoas e representantes de pelo menos 15 empresas. O objetivo foi identificar os principais gargalos para a inovação no país antes de pautar o congresso.

“Apesar de termos leis e linhas específicas de financiamento, as empresas não sabem como acessar crédito. Isso é impressionante”, afirmou Jeferson Gomes, diretor de Desenvolvimento Industrial, Tecnologia e Inovação da CNI, em entrevista ao programa Real Time da CNBC.

Além do acesso ao crédito, o levantamento identificou escassez de mão de obra qualificada e entraves regulatórios como obstáculos comuns em todas as regiões visitadas.

Energia e minerais no debate

Um dos temas de maior peso na programação é a transição energética, reforçada pelo contexto geopolítico atual. Gomes destacou que a demanda por data centers deve consumir o equivalente a toda a capacidade instalada de energia do Brasil em poucos anos, exigindo entre 60 e 70 toneladas de minerais para cada megawatt produzido.

O diretor da CNI também apontou o etanol como ativo competitivo do Brasil no cenário global, especialmente diante do conflito no Irã e das pressões tarifárias dos Estados Unidos. Segundo ele, uma aliança entre Brasil e EUA no segmento de combustíveis para navegação marítima poderia reposicionar os dois países no mercado internacional de energia limpa.

Relação universidade-empresa em foco

A abertura do congresso contará com a participação da professora Tatiana Queiroz, pesquisadora financiada por uma empresa privada há nove anos para desenvolver soluções para tratamentos da coluna vertebral. O caso será usado como modelo de integração entre academia e iniciativa privada, um dos pontos que a CNI quer estimular por meio do Marco Legal da Inovação.

Público e formato

O evento é voltado a executivos, investidores, professores universitários, representantes do governo federal, estadual e municipal e startups de base tecnológica. Uma área exclusiva para deeptechs reunirá empresas que já captaram investimentos da ordem de US$ 40 milhões.

Para quem não puder participar presencialmente, o conteúdo será disponibilizado em formato de podcast, produzido com auxílio de inteligência artificial a partir das gravações do evento. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site da CNI.

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