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Com CEO preso, Fictor nega ligação com crime organizado
Publicado 27/03/2026 • 20:39 | Atualizado há 3 horas
Publicado 27/03/2026 • 20:39 | Atualizado há 3 horas
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Foto: reprodução/Polícia Federal.
Dois dias após a prisão do CEO Rafael Góis, a Fictor negou que possua qualquer relação com grupos criminosos. A empresa, acusada de fraude bancária estelionato contra a Caixa Econômica Federal, é suspeita de lavar dinheiro para o Comando Vermelho. As fraudes investigadas podem alcançar valores superiores a R$ 500 milhões, segundo a PF.
Em nota, a defesa da empresa afirma que, até o momento, não teve acesso às informações utilizadas pela Polícia Federal na ação que prendeu 14 pessoas na Operação Fallax, da última quarta-feira (25). Segundo o comunicado, os representantes da companhia devem prestar esclarecimentos uma vez que recebam os autos da investigação.
Ao todo, a operação cumpriu 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de bens e ativos financeiros de até R$ 47 milhões, com o objetivo de descapitalizar a organização.
As suspeitas sobre a Fictor surgiram quando a empresa tentou comprar o banco Master. O grupo chegou a anunciar a compra da instituição um dia antes do Banco Central determinar a liquidação extrajudicial do Master.
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