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Quem é Luiz Phillippe Rubini, ex-sócio da Fictor e alvo de operação da PF
Publicado 25/03/2026 • 15:00 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 25/03/2026 • 15:00 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Divulgação
Quem é Luiz Phillippe Rubini ex-sócio da Fictor alvo de operação da PF por fraudes bancárias
A Polícia Federal deflagrou a Operação Fallax para combater um esquema de fraudes bancárias e lavagem de dinheiro que teria causado prejuízos milionários no sistema financeiro brasileiro. Entre os alvos está Luiz Phillippe Gomes Rubini, ex-sócio do Grupo Fictor, apontado como um dos investigados na ação.
O movimento ocorre em meio à crise enfrentada pelo Grupo Fictor, após um período de crescimento seguido por queda, intensificada pela liquidação extrajudicial do Banco Master, do qual a empresa tentou efetuar a compra um dia antes da ação do Banco Central que decretou o fim das operações.
De acordo com informações oficiais da Polícia Federal, a operação tem como objetivo desarticular organização criminosa especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além da prática de estelionato e de lavagem de dinheiro.
Ao todo, estão sendo executados 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, autorizados pela Justiça Federal de São Paulo, em municípios dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.
Além disso, também foi determinado o bloqueio e o sequestro de bens, incluindo imóveis, veículos e ativos financeiros, até o limite de R$ 47 milhões, com o objetivo de descapitalizar a organização criminosa. As fraudes sob investigação podem ultrapassar R$ 500 milhões.
De acordo com o jornal O Globo, Luiz Phillippe Gomes Rubini foi sócio de Rafael Góis, CEO do Fictor, e deixou a sociedade no fim de 2024. Durante sua passagem pelo Grupo Fictor, contribuiu para a expansão da empresa, atuando na prospecção de negócios e na articulação institucional.
Um processo aberto no Banco Central em 2025 indica que Luiz Phillippe Gomes Rubini tentou assumir o controle de um banco no interior do Rio de Janeiro meses antes de a holding anunciar uma proposta de compra do Banco Master, pouco antes da liquidação extrajudicial da instituição. A informação foi confirmada pelo Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.
Apesar de ter deixado formalmente a sociedade, Rubini segue ligado ao grupo em investigações e aparece como um dos alvos da operação da Polícia Federal. Ele também é citado em apurações relacionadas a possíveis irregularidades envolvendo empresas do conglomerado.
Leia também: Justiça bloqueia R$ 200 mil da Fictor Invest a pedido de investidora
O Grupo Fictor é uma holding com atuação em diferentes setores, como financeiro, agronegócio e energia. Nos últimos meses, a empresa esteve no centro de discussões no mercado após anunciar movimentos estratégicos relevantes e enfrentar dificuldades financeiras.
Como citado anteriormente pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, a companhia também entrou com pedido de recuperação judicial, o que ampliou a atenção sobre suas operações e estrutura financeira.
A Polícia Federal continua analisando a atuação dos envolvidos, incluindo Luiz Phillippe Gomes Rubini, para identificar o grau de participação de cada um no esquema
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