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Advogado do ex-presidente do BRB contesta prisão de Paulo Henrique Costa; veja vídeo
Publicado 16/04/2026 • 09:05 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 16/04/2026 • 09:05 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Enquanto a Polícia Federal cumpre o mandado de prisão preventiva do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa em seu apartamento no bairro Noroeste, em Brasília, seu adovago de defesa, Cleber Lopes, falou com a imprensa e contestou a prisão do ex-banqueiro.
Até o momento da publicação desta reportagem, a prisão ainda não havia sido efetivada. Costa permanecia em seu apartamento acompanhado de agentes da PF.
Segundo a repórter do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC Fernanda Sette, que acompanha a operação no local, Costa deve ser levado à Superintendência da Polícia Federal ainda pela manhã para realizar exame de corpo de delito.
Leia também: PF prende Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, em nova fase da Compliance Zero
O advogado Cleber Lopes, que representa Costa, disse aos jornalistas em Brasília que considera a prisão desnecessária. “A defesa considera no primeiro momento a prisão absolutamente desnecessária”, afirmou Lopes. Segundo ele, o cliente está em liberdade desde a primeira fase da operação, sem qualquer registro de ato que pudesse atentar contra a instrução criminal, a ordem pública ou a aplicação da lei penal.
Lopes disse que ainda não havia examinado a decisão do ministro André Mendonça e que se deslocava ao escritório para acessar os autos. A defesa deve peticionar diretamente ao ministro e ao Supremo Tribunal Federal. “A defesa continua firme na convicção de que o Paulo Henrique não praticou crime algum”, declarou o advogado.
Sobre os R$ 140 milhões apontados pela PF como propina paga em seis imóveis de luxo, Lopes disse não confirmar os valores. “Não considero essa hipótese como uma hipótese válida, mas nós vamos ainda examinar para poder fazer um posicionamento definitivo”, afirmou.
O advogado também sinalizou que a defesa deve recorrer ao plenário do STF por meio de agravo regimental, já que a jurisprudência da corte não admite habeas corpus contra ato de relator.
O BRB injetou R$ 12 bilhões no Banco Master por meio da compra de carteiras de crédito consignado que, segundo as investigações, eram fraudulentas. A operação gerou prejuízo bilionário ao banco público do Distrito Federal, que ainda não calculou a cifra final e adiou a divulgação do balanço de 2025.
Costa havia sido afastado pela Justiça do comando do BRB e demitido pelo então governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha, do MDB, em novembro de 2024, após a primeira fase da Operação Compliance Zero.
A terceira fase da operação, deflagrada em quarta-feira (4) de março, resultou na prisão do próprio Daniel Vorcaro, após a investigação identificar diálogos nos quais o banqueiro ordenava ataques a adversários e mantinha uma espécie de milícia armada. Vorcaro negocia atualmente um acordo de colaboração premiada com a PF e com a Procuradoria-Geral da República.
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