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Os 4 escândalos que colocam a Ticketmaster no centro de uma crise no setor de ingressos

Publicado 17/04/2026 • 08:30 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Durante a pré-venda da turnê Eras Tour, de Taylor Swift, em novembro de 2022, nos Estados Unidos, milhões de fãs tentaram acessar a plataforma ao mesmo tempo.
  • A turnê de Harry Styles, fãs relataram instabilidade no sistema de vendas, filas virtuais congestionadas e ingressos esgotando em poucos minutos.
  • Na venda de ingressos relacionada ao Oasis, no Reino Unido, o sistema enfrentou sobrecarga e gerou forte reação do público.
  • Em diferentes turnês do BTS, a alta demanda global expôs limitações da Ticketmaster para lidar com grandes volumes simultâneos de acesso.
Ticketmaster

Foto: Reprodução

Ticketmaster no centro de quatro escândalos globais que expõem falhas e colapsos na venda de ingressos para shows

Nos últimos anos, a Ticketmaster, controlada pela Live Nation, passou a enfrentar uma sequência de crises. Esses episódios expuseram falhas técnicas, além de pressão de consumidores e suspeitas de práticas anticompetitivas no mercado de ingressos.

O que antes parecia pontual passou a ser visto como um padrão recorrente no setor.

4 escândalos da Ticketmaster

Taylor Swift e o colapso na venda da “Eras Tour” envolvendo a Ticketmaster

Durante a pré-venda da turnê Eras Tour, de Taylor Swift, em novembro de 2022, nos Estados Unidos, milhões de fãs tentaram acessar a plataforma ao mesmo tempo.

O sistema não suportou a demanda. Além disso, as filas virtuais travaram. Consequentemente, usuários permaneceram por horas sem conseguir concluir a compra, segundo a CNBC.

A instabilidade levou ao cancelamento da venda geral em alguns momentos e ampliou a insatisfação do público.

Em paralelo, ingressos passaram a ser revendidos rapidamente por valores muito acima do original em plataformas secundárias. O episódio gerou forte repercussão, críticas da artista e abriu espaço para investigações antitruste, de acordo com informação do The Guardian.

Harry Styles e as falhas nas vendas e reclamações no Brasil

Na turnê de Harry Styles, fãs relataram instabilidade no sistema de vendas, filas virtuais congestionadas e ingressos esgotando em poucos minutos.

No Brasil, o caso chegou a órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, após reclamações sobre dificuldade de acesso e suspeitas de atuação de cambistas e bots.

O episódio reforçou críticas recorrentes sobre a falta de estabilidade da plataforma em momentos de alta demanda.

Oasis e a polêmica da precificação dinâmica no Reino Unido

Na venda de ingressos relacionada ao Oasis, no Reino Unido, o sistema enfrentou sobrecarga e gerou forte reação do público, ainda segundo o The Guardian.

As críticas se concentraram no modelo de precificação dinâmica, que altera os valores dos ingressos de acordo com a demanda.

A falta de transparência sobre os preços e categorias levou autoridades britânicas a acompanhar o caso e ampliou o debate sobre regulação no setor, de acordo com informações do Governo Inglês.

BTS e a pressão das vendas globais em massa

Em diferentes turnês do BTS, a alta demanda global expôs limitações da Ticketmaster para lidar com grandes volumes simultâneos de acesso.

Ingressos se esgotaram em minutos, enquanto relatos de bots e revenda paralela se multiplicaram. O cenário reforçou a percepção de que parte significativa do público enfrenta barreiras estruturais para conseguir acesso às vendas.

Um padrão que se repete no mercado

Os episódios envolvendo Taylor Swift, Harry Styles, Oasis e BTS revelam um padrão recorrente: instabilidade nas plataformas, alta demanda, falta de transparência e crescimento do mercado secundário de revenda.

Mais recentemente, decisões judiciais nos Estados Unidos passaram a apontar que a Live Nation e a Ticketmaster podem ter operado como monopólio ilegal no setor de shows e ingressos, ampliando a pressão regulatória sobre a empresa.

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