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CEO da American Airlines afirma que fusão com a United seria “ruim para os clientes”
Publicado 23/04/2026 • 10:12 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 23/04/2026 • 10:12 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Robert Isom
Reprodução
O CEO da American Airlines, Robert Isom, disse que uma eventual fusão com a rival United Airlines prejudicaria os consumidores e teria caráter anticompetitivo.
O CEO da United, Scott Kirby, mencionou a possibilidade de uma fusão com a American a um integrante do governo Trump no início deste ano, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. A ideia teria como objetivo uma expansão global capaz de enfrentar outras companhias aéreas internacionais.
Leia também: American Airlines nega fusão com United e ações caem no pré-mercado
“Unir as duas maiores companhias aéreas do mundo nunca foi uma opção viável desde o começo”, afirmou Isom à CNBC, em entrevista a Phil LeBeau, na quinta-feira, pouco depois de a empresa divulgar os resultados do primeiro trimestre. “No fim das contas, não há como enxergar isso como algo que não seja anticompetitivo, ruim para os clientes, e, em última instância, ruim para a American Airlines e para nossa equipe.”
Isom se recusou a dizer se a United fez uma proposta formal à American.
“Não vou entrar em detalhes”, afirmou. Na sexta-feira, a American divulgou um comunicado dizendo que “não está envolvida nem tem interesse em qualquer discussão sobre uma fusão com a United Airlines”.
O presidente Donald Trump afirmou no início da semana que é contra a ideia.
Leia também: Falha em fusão da American Airlines frustra expectativas de consolidação no setor aéreo
“Eu não gosto que elas se fundam”, disse ele ao programa “Squawk Box”, da CNBC, na manhã de terça-feira. Trump afirmou, no entanto, que gostaria que alguém comprasse a companhia aérea de baixo custo Spirit, que enfrenta dificuldades financeiras, e sugeriu que o governo federal poderia “dar uma ajuda nesse caso”.
O governo Trump está atualmente em negociações avançadas para um pacote de resgate da Spirit que pode conceder ao governo uma participação acionária significativa na companhia de baixo custo, segundo pessoas a par do assunto ouvidas pela CNBC.
A American tem ficado atrás de concorrentes como a United, onde Kirby atuou anteriormente como presidente, e a Delta Air Lines, e tenta reduzir essa diferença por meio de investimentos em produtos premium, como novas aeronaves e salas VIP.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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