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Alckmin anuncia ‘janela única’ de investimento e recordes nas exportações
Publicado 19/12/2025 • 16:58 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 19/12/2025 • 16:58 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Em balanço de fim de ano, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, apresentou uma agenda focada em desburocratização, sustentabilidade automotiva e resiliência comercial diante do cenário global de tarifas.
O destaque foi o anúncio de novas ferramentas para facilitar a entrada de capital estrangeiro no Brasil.
Buscando consolidar o Brasil como o segundo maior destino de Investimento Estrangeiro Direto (IED) no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, Alckmin anunciou para o início de 2026 a Janela Única de Investimento. O projeto, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), promete centralizar processos e reduzir o “Custo Brasil”.
“Até fevereiro ou março, vai estar pronto. Isso desburocratiza, facilita para quem quiser investir no Brasil, porque vai ter um portal único reduzindo custos. O Brasil é o segundo país mais receptivo de investimento estrangeiro direto, com US$ 84,1 bilhões (cerca de R$ 465 bilhões, na cotação atual)”, afirmou.
Somado a isso, o ministro destacou a plataforma Camex 360, já em operação, que oferece transparência total sobre alíquotas, processos de anti-dumping e decisões do Gecex.
Alckmin detalhou a Medida Provisória de renovação da frota de caminhões, com foco em segurança viária e saúde pública. O programa oferece juros entre 13% e 14% para motoristas autônomos e frotistas, mediante o descarte (reciclagem) de veículos com mais de 20 anos.
“A primeira causa de morte é coração, a segunda é câncer, a terceira é causa externa. Então, [a renovação] melhora a segurança nas rodovias e, do ponto de vista econômico e social, segura o emprego e estimula a indústria”.
Sobre o setor de passeio, o ministro celebrou o aumento de 51% nas vendas de “carros sustentáveis” (modelos flex de entrada, como HB20, Polo, Onix, Mobi e Kwid). Ele enfatizou que o incentivo via IPI é fiscalmente neutro, pois a desoneração dos carros populares é compensada pelo aumento da tributação em veículos importados a diesel e gasolina.
Mesmo com as pressões protecionistas nos EUA e as incertezas no México, Alckmin projetou um fechamento de ano histórico para a balança comercial brasileira, com exportações atingindo US$ 349 bilhões (R$ 1.929,97 trilhão).
“Vejam como é importante abrir mercados. Devemos fechar o ano com recorde e US$ 629 bilhões (R$ 3.478,37 trilhões) de corrente de comércio. No caso americano, hoje nós temos 51% da exportação para os EUA com tarifa zero ou 10%”.
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Sobre o adiamento do acordo Mercosul-União Europeia, o vice-presidente demonstrou otimismo cauteloso, classificando a pausa como um “adiamento curto” necessário para ajustes políticos (especialmente após resistências da França e Itália). Enquanto isso, destacou o avanço de acordos com o Singapura e o EFTA (Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein).
No campo da microeconomia, Alckmin anunciou medidas práticas para aliviar o dia a dia de prestadores de serviço, como o fim da taxa do Inmetro para taxistas e a redução drástica (de R$ 207 para R$ 90) na taxa do cronotacógrafo para caminhões e ônibus.
Ele também vinculou esses avanços ao Programa Mover (Mobilidade Verde e Inovação), que já mobilizou R$ 190 bilhões em investimentos anunciados pelo setor automotivo. Para 2026, o crédito para inovação e eficiência energética será de R$ 3,9 bilhões.
“O Mover mobilizou R$ 140 bilhões na indústria de veículos e R$ 50 bilhões na indústria de autopeças. É uma sinalização de que é possível avançar com livre mercado e multilateralismo”.
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