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Brasil reduz pobreza ao menor patamar desde 2012; veja o que puxou a queda
Publicado 19/12/2025 • 14:33 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 19/12/2025 • 14:33 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Brasil reduz pobreza ao menor patamar desde 2012 veja o que puxou a queda
O Brasil alcançou, em 2024, o menor índice de pobreza desde 2012. O levantamento, feito pela Síntese de Indicadores Sociais (SIS), aponta que houve um recuo de 27,3% em 2023, para 23,1% em 2024, de pessoas vivendo com renda domiciliar inferior a R$ 694 por mês. Este é o menor patamar desde 2012.
Em medição feita pelo Banco Mundial e divulgado pela Agência Brasil, foi definido um limite de renda domiciliar para ser caracterizada linha da pobreza.
Brasileiros que vivem com menos de US$ 6,85 por dia (cerca de R$ 694 na cotação atual) estão caracterizados na linha da pobreza. Em 2024, 48,9 milhões de brasileiros se enquadravam nesta condição, uma redução de 8,6 milhões de pessoas em comparação com 2023.
Leia também: Brasil atinge menor nível de pobreza e desigualdade da história
Essa foi a terceira queda consecutiva no número de pessoas em situação de pobreza no país após a pandemia da Covid-19, que havia elevado a estatística.
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O especialista do IBGE, André Geraldo de Moraes, destaca que a combinação de um mercado de trabalho em movimento e a continuidade de programas de renda para a população, contribuíram para a queda do índice de pobreza no Brasil e o fortalecimento financeiro de famílias mais vulneráveis. Veja alguns fatores.
“Tanto o mercado de trabalho aquecido, quanto os benefícios de transferência de renda, principalmente o Bolsa Família e o Auxílio Brasil, que ganharam maiores valores e ampliaram o grupo da população que recebia”, afirma Moraes.
Além da redução nas estatísticas de pobreza, o Brasil também recuou no índice de extrema pobreza de pessoas que vivem com renda a baixo de US$ 2,15 por dia (R$ 218 mensais). O número de cidadãos em situação de extrema pobreza caiu de 9,3 milhões em 2023 para 7,4 milhões em 2024, uma redução de quase 2 milhões de pessoas.
Com o avanço nos números, a parcela de pessoas nessa condição recuou de 4,4% para 6,6%. Desde 2012, inicio da série, a taxa era de 6,6%.
Mesmo com a importante queda da pobreza e extrema pobreza no Brasil, a desigualdade social ainda é um dos maiores problemas no país, mesmo com queda também em 2024. Os números divulgados pelo IBGE revelam regiões que superam a taxa nacional
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O índice de Gini varia de 0 a 1, quanto mais perto de 0, menor a desigualdade na região.
Em 2024, o índice de Gini recuou para 0,504, o menor número registrado desde o início de 2012.
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