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Anvisa manda recolher molho importado após alerta internacional
Publicado 08/01/2026 • 13:21 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 08/01/2026 • 13:21 | Atualizado há 4 meses
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Canva/ Freepick/ Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote de molho de tomate após identificar risco à saúde do consumidor. Como medida preventiva, o órgão suspendeu a comercialização, a distribuição, a importação, a divulgação e o consumo do produto.
A decisão envolve o lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro. A ação foi adotada após a emissão de um alerta internacional que apontou a presença de fragmentos de vidro no lote importado para o Brasil.
O recolhimento foi definido nesta quarta-feira (7), depois de notificação da rede RASFF (Rapid Alert System for Food and Feed – Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações). Segundo o comunicado, o produto apresentava contaminação física, o que motivou a retirada imediata do mercado nacional.
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Outro item incluído nas ações sanitárias é o suplemento alimentar Neovite Visão, indicado para a saúde ocular e fabricado pela empresa BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb). Devem ser recolhidos os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072.
A Anvisa proibiu a fabricação, a importação, a comercialização, a distribuição, a divulgação e o consumo desses lotes. O recolhimento foi comunicado de forma voluntária pela empresa após a constatação de irregularidades na formulação dos produtos.
De acordo com a agência, os lotes continham Capsicum annuum L., fruto da páprica, ingrediente não autorizado em suplementos alimentares como fonte de zeaxantina. Além disso, foi identificada quantidade de Caramelo IV — obtido pelo processo sulfito-amônia — acima do limite permitido.
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Também foram alvo de fiscalização os produtos Vitamina C Sucupira com Unha de Gato Ervas Brasil e o Suplemento Alimentar Colesterol Ervas Brasil, fabricados pela empresa Ervas Brasil Indústria Ltda. Os itens devem ser apreendidos e não podem mais ser fabricados, comercializados, distribuídos, divulgados ou consumidos.
Segundo a Anvisa, a empresa não possui licença sanitária nem alvará de funcionamento. O órgão aponta ainda o uso de ingredientes não autorizados em alimentos e a divulgação irregular dos produtos, com alegações terapêuticas e associações a benefícios à saúde sem comprovação científica.
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