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Caso Epstein: Trump faz gesto obsceno após insulto em evento em Detroit
Publicado 14/01/2026 • 08:56 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 14/01/2026 • 08:56 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi ofendido nesta terça-feira (13), por um trabalhador enquanto fazia um tour pela fábrica da Ford em Detroit, no Estado de Michigan, e respondeu de volta com outra ofensa e um gesto obsceno.
Nas imagens, é possível ver o operário gritando que Trump é um “protetor de pedófilos” enquanto o político passa por uma passarela. Trump olha para baixo, diz: “vá se f…”, caminha mais um pouco e mostra o dedo do meio para o homem.
Recentemente, Trump tem tido problemas por causa do caso de Jeffrey Epstein, bilionário que comandou um esquema de exploração sexual de garotas adolescentes ao longo de anos. Trump foi próximo de Epstein durante boa parte dos anos 1990 e 2000, assim como muitos outros nomes famosos da política e da mídia americanas.
Leia também: Bill Clinton falta a audiência sobre caso Epstein e pode enfrentar acusação de desacato
Após pressão de opositores democratas e da própria base republicana de Trump, além da aprovação no Congresso com apoio bipartidário, o Departamento de Justiça do governo americano começou em dezembro a divulgar os “Arquivos Epstein“, que revelariam quais pessoas se beneficiaram do esquema de tráfico humano e estupro do bilionário.
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Siga o Times | CNBCNo entanto, boa parte dos documentos está com tarjas que escondem os nomes. Segundo o Departamento de Justiça, a ação é tomada para proteger as vítimas ou evitar divulgar segredos que poderiam afetar a segurança nacional americana.
Ainda assim, as tarjas geraram frustração em quem esperava a divulgação completa dos arquivos. Também há questionamentos sobre ainda faltarem muitos documentos a serem liberados para o público. Epstein morreu em 2019 numa prisão de segurança máxima, em caso considerado como suicídio pelas autoridades dos EUA.
Vítimas de Epstein acusaram o governo Trump de divulgação seletiva, censurando informações sensíveis a Trump e aliados.
Trump afirma que se afastou do bilionário enquanto ele ainda era vivo e nega ter se envolvido em ações ilegais. O presidente americano foi citado nominalmente em conversas de e-mail de Epstein.
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