CNBC

Ferrari anuncia primeiro carro elétrico da marca; ações caem após lançamento

Notícias do Brasil

CNI recorre ao STF para tentar barrar o fim da “taxa das blusinhas” sobre importados

Publicado 26/05/2026 • 14:39 | Atualizado há 1 hora

Foto: Magnific

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acionou o Supremo Tribunal Federal contra a decisão do governo federal que zerou o imposto de importação para compras internacionais de até US$ 50. O caso foi distribuído ao ministro Dias Toffoli, que analisará o pedido de liminar.

A medida contestada está na Medida Provisória 1.357/2026, assinada em 12 de maio pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O texto revoga a alíquota de 20% criada em 2024 pela Lei 14.902/2024, conhecida como “taxa das blusinhas”, aplicada a encomendas de pequeno valor de plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.

Na ação, a CNI afirma que a isenção favorece empresas estrangeiras e amplia a concorrência desigual com o varejo e a indústria nacional, especialmente pequenos e médios negócios. A entidade também alega violação de princípios constitucionais como isonomia tributária, livre concorrência e proteção ao mercado interno.

O governo justificou a mudança por meio de medida provisória, que permite ao Ministério da Fazenda zerar a alíquota para compras de até US$ 50 feitas por pessoas físicas. A regra já está em vigor, mas ainda depende de aprovação do Congresso em até 120 dias.

Segundo o Planalto, a decisão levou em conta o impacto da tributação sobre consumidores de baixa renda e a avaliação de que a medida anterior não trouxe os efeitos esperados sobre empregos e indústria. O Ministério da Fazenda também cita o avanço no combate ao contrabando e a maior regularização das plataformas como fatores para a revisão da política.

Mesmo com a isenção federal, as compras internacionais seguem sujeitas ao ICMS estadual, que varia entre 17% e 20%.

No pedido ao STF, a CNI solicita a suspensão imediata da MP e o retorno da cobrança de 20%. A entidade argumenta ainda que não havia urgência para edição da medida, já que o tema já estava em debate no Congresso, e aponta impacto fiscal relevante, com estimativas de perda bilionária de arrecadação nos próximos anos.

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:

Times Brasil - CNBC

Siga a Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Seguir no Google

🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Notícias do Brasil