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Novo repasse ao FPM aprovado na Câmara pode injetar R$ 11,2 bilhões em municípios até 2028
Publicado 02/07/2026 • 10:33 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 02/07/2026 • 10:33 | Atualizado há 4 meses
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Crédito: Leonardo Sá/Agência Senado, via Flickr
A Comissão Especial da Câmara aprovou nesta quinta-feira (2) a PEC 231/19, que prevê o repasse adicional de 1% nos recursos da União para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
O relator da proposta, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), estima que o novo repasse tenha um aumento de R$ 10,7 bilhões em 2027 e de R$ 11,2 bilhões em 2028 no orçamento do fundo.
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O parecer aumenta de 50% para 53% a porcentagem que a União entrega a estados e municípios do produto da arrecadação dos impostos sobre renda e sobre produtos industrializados, além do Imposto Seletivo, criado pela reforma tributária de 2023.
A proposta estabelece a criação de um repasse adicional ao FPM equivalente a 1% da arrecadação dos três impostos. Os recursos deverão ser transferidos às prefeituras no primeiro decêndio — ou seja, nos primeiros dez dias — de março de cada ano.
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Os novos repasses previstos não entram em vigor integralmente e de imediato. Eles serão implantados de forma escalonada, da seguinte maneira: 0,5% a partir de 1º de janeiro de 2027 e os outros 0,5% a partir de 1º de janeiro de 2028.
Atualmente, a União destina ao fundo 24,5% da arrecadação do IR e do IPI, distribuídos da seguinte forma: 22,5% em repasses regulares, realizados em três decêndios por mês; 1% adicional, pago no primeiro decêndio de dezembro; e 1% adicional, pago no primeiro decêndio de julho.
De acordo com o Broadcast, a equipe econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é contrária ao texto e descarta apresentar ao Congresso qualquer proposta alternativa.
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