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Produção industrial de SP segue distante do pico histórico e cai abaixo do pré-pandemia

Publicado 13/05/2026 • 16:53 | Atualizado há 4 semanas

KEY POINTS

  • Parque fabril paulista recuou em março e permanece 22% abaixo do recorde registrado em 2011, segundo o IBGE.
  • Setor de bebidas puxou a retração da indústria paulista no mês e influenciou resultado nacional.
  • Rio de Janeiro teve principal impacto positivo na indústria brasileira, impulsionado pela atividade extrativa.

A indústria de São Paulo voltou a recuar em março e continua operando longe do auge histórico da produção industrial brasileira. Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o parque fabril paulista está atualmente 22,0% abaixo do pico registrado em março de 2011, além de permanecer em nível inferior ao período pré-pandemia.

Na comparação com fevereiro, a produção industrial paulista caiu 0,2% em março, interrompendo dois meses consecutivos de crescimento e exercendo a principal pressão negativa sobre o desempenho nacional da indústria no período.

Segundo o IBGE, o setor industrial de São Paulo operava em março em patamar 0,4% abaixo do observado em fevereiro de 2020, antes da crise sanitária provocada pela covid-19.

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Bebidas puxaram queda

O desempenho negativo da indústria paulista na passagem de fevereiro para março foi influenciado principalmente pelo setor de bebidas, de acordo com os dados da Pesquisa Industrial Mensal.

Mesmo com a retração em São Paulo, a indústria nacional conseguiu registrar crescimento de 0,1% em março ante fevereiro, sustentada pelo avanço de outros Estados.

Rio teve maior impacto positivo

Na direção oposta ao resultado paulista, o Rio de Janeiro apresentou alta de 2,5% na produção industrial em março, registrando a principal contribuição positiva para o desempenho nacional.

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“O Rio de Janeiro se destaca como principal influência, acumulando crescimento de 2,9% em dois meses consecutivos e tendo o setor extrativo como contribuição para esse movimento”, afirmou Bernardo Almeida, analista da pesquisa do IBGE, em nota.

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