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Em meio à crise, Moody’s retira todas as classificações do BRB
Publicado 04/12/2025 • 20:54 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 04/12/2025 • 20:54 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Joédson Alves/Agência Brasil
A Moody’s Ratings retirou todas as classificações do Banco de Brasília (BRB) nesta quinta-feira (4). Entraram na lista as classificações de depósitos em moeda local e estrangeira de longo e curto prazo em B3 e Not Prime (NP), bem como as classificações de risco de contraparte (CRR) em moeda local e estrangeira em B2 e Not Prime, respectivamente, no longo e curto prazo.
Também foram retiradas a Avaliação de Crédito Base (BCA) e a BCA ajustada do banco em b3, assim como, as classificações de risco de contraparte (CRA) de B2(CR) e Not Prime(CR), no longo e curto prazo respectivamente.
Segundo a Moody’s, as avaliações de longo prazo retiradas estavam em revisão para possível rebaixamento.
Já a perspectiva para as classificações de depósitos de longo prazo foi alterada de ’em revisão’ para ‘retirada’.
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Em março de 2025, o BRB anunciou um acordo para adquirir cerca de 58% do capital do Banco Master (49% das ações ON e 100% das PN), em uma operação estimada em R$ 2 bilhões, vista como movimento estratégico para criar um novo conglomerado financeiro sob liderança do banco de Brasília.
O Cade aprovou a transação em junho, mas o Banco Central indeferiu o negócio em setembro, alegando ausência de comprovação de viabilidade econômico-financeira e riscos de sucessão, o que travou a incorporação.
A situação se agravou quando, em novembro, o BC colocou o Master sob regime especial, seguido de liquidação extrajudicial, após a prisão do controlador Daniel Vorcaro pela Polícia Federal, sob suspeita de gestão fraudulenta e irregularidades em operações de aquisição de carteiras e outros negócios.
O caso Master levantou dúvidas relevantes sobre governança, apetite ao risco e qualidade dos processos de diligência do BRB ,que já vinha operando com níveis de capital considerados fracos (CET1 entre 8,1% e 9,4% ao longo de 2025, próximos ao mínimo regulatório) e com rentabilidade recorrente baixa, reduzindo sua capacidade de absorção de perdas.
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A Moody’s havia rebaixado o BRB de B1 para B3 e colocado os ratings em revisão para possível novo corte, citando fragilidades na gestão de risco e exposição a operações com documentação fora do padrão – muitas delas relacionadas ao entorno do caso Master, ainda que o BRB afirme que mais de R$ 10 bilhões dessa exposição já foram liquidados ou substituídos.
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