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Empresas ajustam projeções de inflação e sinalizam virada na economia; entenda
Publicado 22/12/2025 • 14:26 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 22/12/2025 • 14:26 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Rafa Neddermeyer/Agência Brasil.
Fachada do Banco Central do Brasil.
Empresas consultadas pelo Banco Central passaram a projetar inflação mais baixa em 2025 e 2026 e uma valorização do real nos próximos meses. É o que aponta a mais recente edição da pesquisa Firmus, divulgada nesta segunda-feira (22).
De acordo com o levantamento, que reúne a percepção de empresas fora do setor financeiro, a mediana das expectativas para a inflação em 2025 recuou de 5% para 4,5% em relação ao relatório publicado em setembro. Para 2026, a projeção caiu de 4,5% para 4,2%.
No câmbio, as empresas passaram a esperar uma apreciação do real no horizonte de seis meses. A mediana das projeções aponta o dólar a R$ 5,50, ante R$ 5,60 estimados na rodada anterior.
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A pesquisa Firmus tem periodicidade trimestral. Esta edição reflete as respostas coletadas entre 10 e 28 de novembro, com a participação de 240 empresas.
Em relação à atividade econômica, a expectativa para o PIB de 2025 foi levemente revisada para cima, de 2,05% para 2,1%. O número, no entanto, segue abaixo da projeção de 2,26% da pesquisa Focus desta semana e da estimativa do próprio Banco Central, de 2,3%.
Para 2026, as empresas consultadas reduziram marginalmente a projeção de crescimento do PIB, de 1,9% para 1,8%. A expectativa é superior à do BC, que projeta alta de 1,6%, e em linha com a mediana do Focus.
O Banco Central destacou que a percepção sobre a situação econômica atual melhorou em relação às três rodadas anteriores da pesquisa, embora ainda permaneça em patamar negativo. Já o otimismo quanto ao desempenho relativo do setor de atuação das empresas se manteve praticamente estável.
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O relatório também aponta um aumento na parcela de empresas que pretende reajustar preços acima da inflação, o que interrompe uma sequência de três trimestres de queda do indicador. Isso significa um sinal de atenção para a dinâmica de preços no curto e médio prazo.
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Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.
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