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Entenda o julgamento que pode cassar o mandato do governador do RJ
Publicado 20/02/2026 • 08:40 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 20/02/2026 • 08:40 | Atualizado há 7 meses
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Wikimedia Commons
O julgamento pode cassar o mandato de Castro por suposto abuso de poder político e econômico em sua campanha de reeleição, em 2022.
O TSE (Tribunal Supremo Eleitoral), marcou para o próximo dia 10 de março a retomada do julgamento do processo que pode cassar o mandato de Cláudio Castro (PL-RJ), governador do Rio de Janeiro. O motivo seria abuso de poder político e econômico em sua campanha de reeleição, em 2022.
Em novembro de 2025, a ministra Maria Isabel Galloti, relatora do caso, votou a favor da cassação do governador, no entando, a investigação do caso foi interrompida por pedido de vista do ministro Antônio Carlos Ferreira, o próximo a votar.
O MPE, Ministério Público Eleitoral, e a coligação do ex-deputado Marcelo Freixó (PSOL-RJ) planejam desfazer a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) que, em maio de 2024, inocentou Castro e outros acusados no processo que cuida das supostas admissões irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), segundo informações da Agência Brasil.
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Siga o Times | CNBCDe acordo com o MPE, o governador Castro conseguiu vantagem eleitoral na contratação de servidores temporários, sem amparo legal e a descentralização de projetos sociais para enviar recursos para entidades desvinculadas da administração pública do Rio. A acusação afirma que a descentralização dos recursos ocorreu para a concentração de 27.665 pessoas, totalizando gastos de R$ 248 milhões. Essas informações partiram da Agência Brasil.
Antes da suspensão do julgamento, o advogado Fernando Neves, representante de Castro, disse que o governador apenas sancionou uma lei da Assembleia Legislativa e um decreto para regulamentar a atuação da Ceperj e não pode ser responsabilizado por eventuais irregularidades.
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