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Fim da ‘taxa das blusinhas’? Veja o que diz a Shein sobre medida
Publicado 14/05/2026 • 10:23 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 14/05/2026 • 10:23 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: Unsplash
Fim da ‘taxa das blusinhas’? Veja o que diz a Shein sobre medida
A decisão do governo federal de zerar o imposto de importação para compras internacionais de até US$ 50, conhecida popularmente como “taxa das blusinhas”, impacta o comércio eletrônico no Brasil. A medida também afeta a atuação da Shein no país.
Apesar do nome sugerir o fim completo da cobrança, a mudança não elimina toda a tributação, já que outros impostos continuam sendo aplicados. Ainda assim, a medida altera a dinâmica de preços para o consumidor e reacende discussões entre plataformas digitais, varejo nacional e indústria.
A Shein se manifestou publicamente e avaliou a mudança como um avanço relevante para o consumidor brasileiro.
A empresa destaca que a decisão pode ampliar o acesso a produtos mais baratos e diversificados, principalmente para as classes C, D e E, que concentram parte significativa de seu público.
Leia também: Shein apoia fim da ‘taxa das blusinhas’ e vê medida como “grande vitória para o consumidor”
Segundo o presidente da Shein no Brasil, Felipe Feistler, a medida representa um impacto direto no poder de compra da população.
“Reconhecemos que essa é uma grande vitória para o consumidor e acreditamos que a decisão contribui para ampliar o acesso da população a produtos de qualidade, a preços acessíveis e a uma maior diversidade de oferta, preservando a competitividade, a inclusão econômica e a liberdade de escolha dos brasileiros”, afirmou.
Ainda assim, a empresa ressalta que a mudança não elimina completamente a carga tributária sobre as compras internacionais.
Os consumidores continuam pagando o ICMS de 20% e permanecem sujeitos a possíveis alterações na legislação tributária a partir de 2027, conforme alerta a própria companhia.
Além disso, a Shein reforça que mantém o compromisso de longo prazo com o mercado brasileiro. Atualmente, a plataforma afirma reunir mais de 50 milhões de consumidores no país e cerca de 45 mil vendedores brasileiros em seu marketplace.
A empresa também segue investindo em logística e tecnologia para fortalecer sua operação local. O objetivo, segundo a companhia, é ampliar a eficiência das entregas.
Além disso, busca melhorar a experiência do consumidor. Com isso, a Shein consolida sua atuação no ambiente digital brasileiro.
Leia também: Taxa das blusinhas acabou? Veja o novo limite para compras internacionais
Do lado do governo, a medida entrou em vigor após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinar uma Medida Provisória que revoga o imposto de importação sobre compras de até US$ 50.
Com isso, essas transações passam a ser tributadas apenas pelo ICMS estadual de 20%, enquanto compras acima desse valor continuam sujeitas à alíquota de 60%.
O imposto federal havia sido implementado em agosto de 2024 dentro do programa “Remessa Conforme”, com o objetivo de regulamentar o comércio eletrônico internacional e reduzir fraudes.
No entanto, a cobrança gerou críticas de consumidores e dividiu opiniões entre empresas internacionais e o varejo nacional, que apontava risco de perda de competitividade e impactos no emprego.
Agora, com a mudança, o setor volta a acompanhar os desdobramentos da medida. A expectativa é de que ela influencie o comportamento de consumo e também o equilíbrio entre o comércio digital internacional e o mercado interno brasileiro, com impactos diretos na atuação da Shein.
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