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Shein apoia fim da ‘taxa das blusinhas’ e vê medida como “grande vitória para o consumidor”
Publicado 13/05/2026 • 13:51 | Atualizado há 44 minutos
Publicado 13/05/2026 • 13:51 | Atualizado há 44 minutos
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Wikipedia Commons
Fachada da Shein
A Shein se posicionou a favor da decisão do governo federal de revogar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”. Para a empresa, a medida protege o poder de compra das classes C, D e E.
“Reconhecemos que essa é uma grande vitória para o consumidor e acreditamos que a decisão contribui para ampliar o acesso da população a produtos de qualidade, a preços acessíveis e a uma maior diversidade de oferta, preservando a competitividade, a inclusão econômica e a liberdade de escolha dos brasileiros”, disse Felipe Feistler, presidente da Shein no Brasil.
Leia também: Governo publica MP que zera ‘taxa das blusinhas’; indústria fala em risco a empregos
Segundo a companhia, o compromisso de longo prazo com o Brasil segue como prioridade estratégica, mas destaca que a tributação não desaparece por completo. “Os consumidores continuam sujeitos ao ICMS e a eventuais mudanças na legislação tributária a partir de 2027”, destaca a empresa em nota.
Com mais de 50 milhões de consumidores no Brasil, a SHEIN afirma ter 45 mil vendedores brasileiros em seu marketplace e diz manter investimentos em logística e tecnologia no país.
Leia também: Taxa das blusinhas acabou? Veja o novo limite para compras internacionais
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na terça-feira (12) uma Medida Provisória que zera o Imposto de Importação sobre compras internacionais de até US$ 50 (R$ 244), a chamada “taxa das blusinhas”.
A medida entra em vigor nesta quarta-feira (13) e divide o setor. Plataformas internacionais comemoram, enquanto a indústria e o varejo brasileiro falam em risco de empregos e desigualdade tributária.
Com a mudança, as encomendas nessa faixa de valor continuam sujeitas apenas ao ICMS de 20%, imposto estadual. Para compras acima de US$ 50, a alíquota de 60% permanece.
O imposto federal de 20% havia sido criado em agosto de 2024, dentro do programa “Remessa Conforme”, com o objetivo de regulamentar o comércio eletrônico internacional e reduzir fraudes.
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