Carlos Henrique, CCO da Frente Corretora, elogiou o avanço tecnológico representado pelo PIX e o papel do Banco Central na criação da ferramenta.
"Hoje, a maioria das transações é feita via PIX, com mais segurança jurídica, regulatória e um combate mais efetivo à lavagem de dinheiro. Isso mostra como o Brasil está à frente em inovação no sistema financeiro”, afirmou.
Ele disse que acredita em um cenário de coexistência tecnológica entre o dólar e as criptomoedas.
Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Carlos Henrique, CCO da Frente Corretora, elogiou o avanço tecnológico representado pelo PIX e o papel do Banco Central na criação da ferramenta. “O PIX é um avanço tecnológico significativo, que colocou o Brasil na vanguarda das soluções financeiras globais, e o trabalho do Banco Central nesse processo foi exemplar.”
“Quando olhamos para o passado, em que usávamos talões de cheque e dinheiro em espécie, vemos como evoluímos. Hoje, a maioria das transações é feita via PIX, com mais segurança jurídica e regulatória, além de um combate mais efetivo à lavagem de dinheiro. Isso mostra como o Brasil está à frente em inovação no sistema financeiro”, afirmou.
Ele também comentou o interesse de outros países no modelo brasileiro, principalmente no contexto dos BRICS. “O sistema PIX tem o potencial de ser uma referência mundial, não só no Brasil, mas em outras nações também, como Índia, China e Rússia. É claro que cada país pode adaptar o modelo à sua realidade, mas a base tecnológica criada aqui serve de exemplo. Eu adoraria ver o PIX sendo utilizado globalmente, permitindo que brasileiros façam pagamentos em outros países com a mesma facilidade que já temos por aqui. Isso seria uma revolução no sistema de pagamentos global.”
Em relação à dimensão política da discussão, Carlos minimizou o caráter negativo das críticas. “É claro que qualquer inovação como essa vai gerar resistência, especialmente porque estamos mexendo com modelos financeiros tradicionais e estabelecidos há muito tempo. Mas o PIX foi criado para ser acessível a todos, seja no Brasil ou no exterior, e qualquer instituição financeira que queira aderir a ele pode fazê-lo, sem restrições ou protecionismos.”
Ele disse acreditar em um cenário de coexistência tecnológica entre o dólar e as criptomoedas: “Eu vejo as soluções como o PIX, os criptoativos e as stablecoins evoluindo de maneira complementar, e não como concorrentes. Cada vez mais, estamos caminhando para uma integração global de sistemas financeiros digitais. O uso de criptoativos e stablecoins junto com sistemas como o PIX representa o início de um novo marco na economia digital global.”
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