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Grupo Alimentação e Bebidas sobe 7,81% em 12 meses no IPCA
Publicado 09/05/2025 • 17:19 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 09/05/2025 • 17:19 | Atualizado há 1 ano
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Segundo o vice-presidente da Abras, a criação de um comitê junto ao Ministério do Trabalho está em discussão para viabilizar jornadas mais flexíveis.
As famílias brasileiras gastaram mais com alimentação e bebidas em abril pelo oitavo mês consecutivo. O grupo Alimentação e Bebidas acumulou uma alta de 7,81% nos 12 meses encerrados em abril, uma contribuição de 1,68 ponto porcentual para a taxa de 5,53% registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no período, segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Em abril, a alta acumulada em 12 meses no preço do café moído alcançou 80,20%, maior variação desde o início do Plano Real, em julho de 1994. As carnes subiram 22,24% nos últimos 12 meses, os leites e derivados aumentaram 9,90%, e os ovos de galinha subiram 16,74%.
“Os alimentos oferecem uma pressão no índice por conta de questões climáticas que afetam a cultura”, afirmou Gonçalves. “Alguns são commodities e podem ter efeito do dólar, como trigo. Outros são (por efeito do) clima, como tomate.”
O grupo Alimentação e bebidas saiu de um avanço de 1,17% em março para alta de 0,82% em abril, um impacto de 0,18 ponto porcentual sobre o IPCA do último mês.
“Os alimentos tiveram desaceleração. Eles subiram, mas subiram menos”, disse o pesquisador do IBGE. “Subiu menos, mas continua sendo o maior impacto no índice do mês.”
A alimentação no domicílio avançou 0,83% em abril. Os destaques foram as altas na batata-inglesa (18,29%), tomate (14,32%) e café moído (4,48%). Por outro lado, ficaram mais baratos a cenoura (10,40%), o arroz (4,19%) e as frutas (0,59%).
A alimentação fora do domicílio aumentou 0,80% em abril. O lanche subiu 1,38%, e a refeição fora de casa encareceu 0,48%.
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