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INCC-M sobe 0,63% em janeiro com pressão da mão de obra da construção civil
Publicado 27/01/2026 • 09:20 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 27/01/2026 • 09:20 | Atualizado há 3 meses
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O INCC-M registrou alta de 0,63% em janeiro, acima da variação de 0,21% observada em dezembro, segundo dados divulgados pelo FGV IBRE.
A alta no índice reflete a aceleração dos custos da construção no início de 2026, com destaque para o avanço do grupo Mão de Obra.
No acumulado de 12 meses, o INCC-M passou a registrar alta de 6,01%. Apesar da elevação, o resultado representa desaceleração em relação a janeiro de 2025, quando o índice acumulava avanço de 6,85% no mesmo intervalo.
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O grupo de Materiais, Equipamentos e Serviços subiu 0,34% em janeiro, após alta de 0,13% no mês anterior. Dentro do grupo, a categoria de Materiais e Equipamentos avançou 0,35%, ante 0,11% em dezembro.
Todos os subgrupos apresentaram aumento nas taxas de variação. O principal destaque foi o item “materiais para instalação”, que passou de -0,22% para 1,03%, influenciando o resultado do INCC-M no mês.
No grupo de Serviços, houve leve desaceleração. A taxa passou de 0,27% em dezembro para 0,25% em janeiro, movimento associado à queda do item “conta de energia”, cuja variação recuou de 0,04% para -2,79%.
O grupo Mão de Obra foi o principal fator de pressão do índice em janeiro. A variação alcançou 1,03%, acima dos 0,32% registrados em dezembro, refletindo reajustes salariais e negociações coletivas no início do ano.
Esse comportamento reforça a influência da mão de obra sobre o INCC-M, especialmente em períodos de dissídios e reequilíbrio de custos no setor da construção.
O índice apresentou aceleração em todas as cidades que compõem o levantamento. Belo Horizonte, São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre e Brasília registraram aumento nas taxas de variação em janeiro, indicando avanço generalizado dos custos da construção nessas localidades.
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